Eleições
na Camed. Participe!
No
próximo dia 27 de abril, será realizada a eleição para os cargos de
Diretor, Conselheiros Fiscais e seus respectivos suplentes na Camed.
A Diretoria da AABNB apóia a chapa “Por
uma Camed Melhor”, composta por Luiz Gonzaga Coelho Pereira,
candidato ao cargo de Diretor e Laurindo Ferreira, como seu suplente.
Para o Conselho Fiscal, a chapa apresenta os nomes de José Océlio da
Silveira e Agnor Nunes Gurgel Junior, que têm como suplentes Jose Juiz
Sobrinho e João Augusto Lima Barreto.
A
Direção da AABNB ressalta a importância da presença de colegas
aposentados nessas funções, para lutarmos por uma melhor qualidade de
atendimento na área da saúde. A chapa “Por
uma Camed Melhor” entende que é preciso aperfeiçoar o sistema de
auditoria das contas médicas, lutar por maior participação do BNB no
custeio dos gastos da Entidade, aperfeiçoar a divulgação dos balanços
da Camed-Corretora e da Camed-Saúde, aumentar o quadro de conveniados e
contribuir para o desenvolvimento de um programa de ação preventiva de
saúde.
Destaca,
ainda, que vários casos complexos foram resolvidos junto à administração
da Camed, desde dezembro/2003, graças à participação dos diretores
eleitos. Portanto, se faz necessário que os colegas aposentados compareçam
de forma maciça para votar, nas agências e nos demais postos de votação.
Participe, Por uma Camed Melhor!
Cobrança de empréstimos
tem suspensão temporária
O
Conselho Deliberativo da Capef, em atendimento à reivindicação
formulada pela Diretoria da AABNB, decidiu suspender a cobrança das
prestações do “Empréstimo a Participantes e Beneficiários
Assistidos” nos meses de abril, maio e junho de 2007. A medida é válida
apenas para as prestações do empréstimo. O valor do fundo de reserva
para seguro do empréstimo, as prestações e o prêmio de seguro do
financiamento imobiliário serão cobrados normalmente. Logicamente, o
prazo final de pagamento do empréstimo será ampliado no mesmo número
de meses da referida suspensão.
Os
procedimentos serão feitos automaticamente em folha de pagamento. Somente
os associados que não tenham interesse em suspender as respectivas
cobranças deverão se manifestar através de correio eletrônico
para centralderelacionamento@capef.com.br,
por meio de fax para o nº (85) 40 08 – 57 10 ou de correspondência
para a sede da Capef, na Rua General Sampaio, 571 - Centro - Fortaleza
– CEP 60020-030, conforme o calendário abaixo:
|
Meses
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Prazo
máx. para solicitação
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Parcelas
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Abril
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Até
o dia 10/04
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Abril
e/ou Maio e/ou Junho
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Maio
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Até
o dia 10/05
|
Maio
e/ou Junho
|
|
Junho
|
Até
o dia 08/06
|
Junho
|
É
importante ressaltar que, após o prazo máximo estabelecido, não será
possível a suspensão das respectivas cobranças nas folhas de
pagamentos subseqüentes. Além disso, também não serão permitidos
estornos ou pagamentos das parcelas após o fechamento da folha de
pagamento.
Anuidade
da Anapar
Informamos
que o valor referente à anuidade/2007 da Anapar, fixado em R$22,00
(vinte e dois reais), será lançado no contracheque deste mês de
abril/2007. A diretoria da AABNB ratifica a importância da Anapar, por
sua representação política. A atuação da Entidade é marcada pela
defesa dos interesses dos participantes dos fundos de pensão e do amplo
leque que abrange os interesses da classe trabalhadora.
Congresso
da Anapar aprova Plano de Atividades para 2007
A
Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão (Anapar)
realizou, no período de 23 a 25 de março, em São Paulo, o VIII
Congresso dos Participantes de Fundos de Pensão. O encontro abordou,
entre outros temas, a previdência social no Brasil e as suas
perspectivas; a previdência na América Latina; a regulamentação e a
legislação da previdência complementar no Brasil. A assembléia também
discutiu e aprovou o plano anual de atividades da Anapar para 2007, e
elegeu os novos diretores executivos, representantes regionais, e
conselheiros fiscais da entidade para o mandato 2007/2010. Os delegados
elaboraram, ainda, uma carta aberta ao presidente Lula, (confira a íntegra
nesta edição) onde manifestam a preocupação da Anapar com os possíveis
rumos da previdência complementar no Brasil.
O
Plano anual de atividades da Anapar para 2007, submetido à aprovação
da Assembléia Geral, contempla as principais ações a serem
desenvolvidas pela entidade ao longo do ano. Ratifica o compromisso da
Anapar de participar ativamente do debate a respeito da reforma da
previdência, um dos grandes temas nacionais do momento, com o objetivo
de defender a previdência pública e combater as propostas que possam
prejudicar os trabalhadores. Nesse sentido, organizará debates,
encontros, seminários e movimentos em defesa da previdência pública.
A entidade entende que quaisquer alterações das regras atuais devem
estar embasadas em variáveis econômicas, sociais e demográficas
consistentes.
A
diretoria da Anapar pretende elaborar, ainda neste mês de abril, uma
proposta contemplando alterações na legislação da previdência
complementar, para ser discutida e apresentada no Congresso Nacional. A
entidade também estará atenta à questão da previdência complementar
para o servidor público. O governo deve remeter ao Congresso um projeto
de lei nesse sentido, mas, até o momento, não houve nenhum debate com
as entidades de classe dos servidores. Assim, uma das prioridades da
Anapar para o ano é promover a discussão desse tema, em conjunto com
as entidades representativas dos servidores e centrais sindicais.
Neste
ano, a Anapar dará continuidade ao processo de implantação dos Planos
de Previdência Anapar, cuja criação foi aprovada na Assembléia Geral
Ordinária de 2006, realizada no mês de novembro, em Curitiba. Desde
então, 11 entidades fechadas de previdência foram contatadas e três
manifestaram interesse em administrar os planos. O objetivo, agora, é
efetivar a implantação dos planos e dar início à adesão dos
participantes.
Outros
importantes objetivos integram o plano anual de atividades da Anapar
para 2007. Entre eles, a meta de aumentar o número de filiações; o
compromisso de melhorar a estrutura técnica da entidade, com o suporte
de técnicos das áreas atuarial e financeira; melhorar a transparência
dos fundos de pensão em sua relação com os participantes; debater a
proposta de criação de uma Agência Reguladora, Secretaria ou
Superintendência de Previdência Complementar e sua vinculação ao
Ministério da Previdência; promover o fortalecimento das regionais, a
fim de estreitar os laços da Anapar com os seus associados e com os
dirigentes das entidades previdenciárias e dar continuidade aos
encontros de dirigentes eleitos, para debater temas conjunturais dos
fundos de pensão e dos participantes.
Campina
Grande comemora
os
50 anos do BNB-Clube
A
diretoria do BNB-Clube de Campina Grande desenvolveu uma programação
especial nos meses de fevereiro e março, para comemorar os 50 anos de
atividades do BNB-Clube naquela cidade. Fundado em 01/03/1957, o clube
conta com sede própria, numa área com mais de 40.000 m², onde recebe
os seus 100 sócios-proprietários e 300 sócios-convidados, que
perfazem, junto, com seus dependentes, cerca de 1.600 associados. A
programação comemorativa dos 50 anos contou com a presença de José
Edson Braga e Miguel Nóbrega Neto, presidente e diretor da AABNB,
respectivamente, além da participação de diversas autoridades locais.
Trabalho
da Ministra Marina Silva
conquista
homenagens da ONU
Reconhecido
com prêmio internacional concedido pela ONU, o trabalho desenvolvido
pela Ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, em defesa da floresta e
dos povos da região amazônica, parece despertar pouco interesse na
chamada “grande imprensa” brasileira. Pelo menos é o que se observa
ante à pífia cobertura do reconhecimento das Nações Unidas à gestão
de Marina Silva naquele ministério, com ações que reduziram em mais
de 50% o desmatamento da Amazônia. Como analisa um colaborador do nosso
jornal, “para a imprensa, a
ministra brasileira parece estar na categoria dos santos de casa que não fazem milagre”.
No
site da ONU, o nome de Marina Silva foi destacado como um dos sete
vencedores do prêmio “Campeões da Terra”, de 2007, do Programa das
Nações Unidas para o Ambiente, e recebeu a seguinte referência:
“Marina
Silva é uma lutadora incansável pela proteção da floresta amazônica.
O trabalho dela deu prioridade à conservação, ao mesmo tempo em que
leva em conta as perspectivas do povo que usa seus recursos no
dia-a-dia. Nesse ponto, ela é uma campeã dos objetivos da Convenção
da Diversidade Biológica, que promove conservação, uso sustentável e
divisão igualitária dos benefícios da diversidade. Como membro do
Senado brasileiro, ela legislou com sucesso pela preservação da
floresta amazônica, defendeu seu povo contra a pobreza e protegeu o
modo de vida deles. Como ministra brasileira do Meio Ambiente, desde
2003, a contribuição dela para preservar a variada, complexa e rica
Amazônia brasileira é notável: o desmatamento diminui mais de 50% nos
últimos dois anos – um resultado inegavelmente ligado a um novo
processo governamental implementado por ela e fundamentalmente baseado
na idéia de setores governamentais e privados nas questões
ambientais”.
Plano
Petros - mais
de 58 mil
trabalhadores aderem à repactuação
Em
entrevista ao jornalista Paulo Henrique Amorim, publicada no Blog de PHA
no mês de março, o presidente da Petros, Wagner Pinheiro, falou sobre
a adesão dos trabalhadores da Petrobras à repactuação do Plano
Petros, que possibilitará a solução do déficit atuarial daquela
entidade.
Quando
a nova diretoria da Petros assumiu, em fevereiro de 2003, havia uma
decisão da justiça que embargava o ingresso de novos participantes no
plano de aposentadoria do sistema Petrobras. Essa decisão da Justiça
fez com que mais de seis mil trabalhadores da Petrobras ficassem sem
plano naquele momento. Esse número, hoje, já passa dos 18 mil. Havia,
ainda, a necessidade de cobrir um déficit atuarial e, portanto, fazer
com que o modelo previdenciário do Plano Petros se tornasse sustentável
e equilibrado. Segundo Pinheiro, a incorporação desse déficit se dará
a partir de um acordo nos autos de um processo judicial que a Federação
Única dos Petroleiros protocolou na Justiça, antes de 2003.
A
repactuação do Plano Petros obteve adesão de 72,5% dos participantes
ativos e aposentados,num total de 58,1 mil trabalhadores. Wagner
Pinheiro informa que o acordo vai possibilitar o ingresso de recursos da
ordem de R$ 4,5 bilhões, o que, segundo ele, levaria ao equilíbrio do
Plano Petros tradicional de benefício definido. Pinheiro informa, também,
que o aporte desses recursos dará mais tranqüilidade à Petrobras,
porque tira do passivo da empresa um problema histórico e estrutural do
seu plano de previdência.
Novos
associados
A
Diretoria da AABNB saúda os aposentados que ingressaram em nosso quadro
social nos meses de fevereiro, março e abril de 2007. Aos novos colegas
de Associação registramos nossas boas-vindas, ao mesmo tempo em que
ressaltamos a chegada dos novos sócios como um sinônimo de
fortalecimento desta AABNB. Lembramos que no próximo mês de maio, a
AABNB, fundada em maio de 1983, completará 24 anos (corrigindo, assim,
o registro efetuado na edição anterior) de atividades.
Emília
Filgueira da Silva ..................N. Srª Socorro/SE
Fcº de Assis Alves de Almeida........Floriano/PI
Fcº
de Assis G. de Oliveira..............Teresina/PI
Fernando
J. R. de Oliveira...............Salvador/BA
Flúvio
Serbim...................................Maceió/AL
Hortência
de Castro Cavalcante......Corrente/PI
Izabel
Cristina de C. Colares Maia...Fortaleza/CE
Janduy
Araújo de Azevedo..............Natal/RN
José
Arione de Oliveira....................Garanhuns/PE
José
Joaquim Cardoso Barreto........Vera Cruz /BA
José
Lúcio Filho................................Garanhuns/PE
Júlia
Conceição Mendes...................Januária/MG
Mª
Carolina de Vasconcelos.............Fortaleza/CE
Mª
da Guia Barreto...........................Campina Grande/PB
Mª
de Fátima Oliveira Holanda.........Fortaleza – CE
Mª
de Lourdes Gurgel da Cruz.........Fortaleza/CE
Martha
Voss Pontes.........................Fortaleza/CE
Mauro
Riyoji Tomioka......................São Carlos/SP
Patrícia
Costa Xavier.......................Salinas/MG
Raimundo
Maciel Mendonça............Fortaleza/CE
Rosanete
Almeida Costa.................Salvador/BA
VIII
Congresso Nacional da Anapar
Participantes
questionam os rumos da
Previdência
Complementar no Brasil
Os
presentes ao 8º Congresso Nacional dos Participantes de Fundos de
Pensão, organizado pela ANAPAR, manifestaram sua preocupação com os
rumos que a previdência complementar pode tomar no segundo mandato do
presidente Lula. Os participantes não admitem a possibilidade, aventada
por algumas áreas do governo, de subordinar a SPC ou outro órgão que
venha a sucedê-la, a ministério da área econômica. Da mesma maneira,
são contrários a quaisquer alterações que coloquem em risco
políticas de incentivo e defesa dos Fundos Fechados de Previdência
Complementar.
Para
tornar público o seu posicionamento, os participantes aprovaram, por
unanimidade, uma “carta-aberta”, dirigida ao presidente Lula e a
vários ministros de Estado. Reproduzimos a seguir a íntegra da
mensagem elaborada pelos participantes do encontro, que está
disponível no site da Anapar (www.anapar.com.br)
na rede mundial de computadores.
Carta
Aberta
Ao
Exmo. Sr. Presidente da
República
Luiz Inácio Lula da Silva
Brasília (DF)
Senhor Presidente,
Os participantes de fundos de pensão, reunidos em seu 8º
Congresso anual, manifestam grande preocupação com os rumos que a
previdência complementar pode tomar em seu segundo mandato à frente do
governo do país. Queremos,
ao contrário, que os fundos se tornem cada vez mais transparentes e
equilibrados, capazes de garantir o pagamento de benefícios a milhões
de brasileiros.
É imprescindível dar continuidade ao fortalecimento das
entidades de previdência. Nós últimos quatro anos foram tomadas
iniciativas e atendidas reivindicações fundamentais para os
participantes e suas entidades: a isenção de Imposto de Renda sobre as
aplicações dos fundos; o novo regime tributário; o incentivo à
previdência associativa; a revisão normativa; um novo regime
disciplinar que responsabiliza dirigentes e pessoas físicas em vez do
patrimônio dos fundos; uma fiscalização mais efetiva e melhorias na
atuação da Secretaria da Previdência Complementar (SPC) que
agilizaram a tramitação de processos; uma composição mais
equilibrada do Conselho de Gestão da Previdência Complementar.
A despeito da nossa discordância com relação a algumas
decisões da SPC e de outros órgãos de governo, manifestadas
publicamente, é forçoso reconhecer que houve avanços.
Assim como avançou a disputa de bancos e seguradoras pelo
patrimônio dos fundos fechados e pela administração das reservas dos
participantes. Um episódio marcante desta disputa foi a rejeição,
pelo Congresso Nacional, do projeto de lei que criava a PREVIC. Esta
decisão equivocada teve, dentre outras motivações, o patrocínio de
agentes poderosos do mercado financeiro.
Esta disputa segue seu curso. Existem setores, inclusive de seu
Governo, que defendem a junção dos órgãos reguladores e
fiscalizadores dos fundos fechados e abertos em uma única agência ou
superintendência, que ficaria sob o comando de ministério da área
econômica. Esta visão, se concretizada, representaria um retrocesso
condenável.
Não podemos admitir que a previdência complementar seja
encarada exclusivamente sob a ótica financeira. Deve ser fortalecido,
ao contrário, seu objetivo social de manter o nível de renda e a
qualidade de vida de milhões de cidadãos brasileiros em seu período
de aposentadoria. A previdência complementar integra a seguridade
social, e não pode ser encarada como mero investimento financeiro, como
querem bancos e seguradoras.
Neste sentido, defendemos a criação de um órgão regulador e
fiscalizador das entidades fechadas com autonomia administrativa e
financeira, mas vinculado ao Ministério da Previdência Social, à
área de seguridade da União. Com uma estrutura mais robusta, com maior
capacidade de fiscalização e supervisão das atividades dos fundos. E
consideramos recomendável ainda a permanência da equipe que tem
realizado este importante trabalho de consolidação do sistema de
previdência complementar.
A atuação da ANAPAR e dos demais representantes da sociedade no
Conselho de Gestão da Previdência Complementar tem sido fundamental
para defender, naquele espaço de representação, os interesses dos
participantes e assistidos. E esta representação não pode ser
ameaçada, sob pena de colocar em risco a democratização do sistema e
a busca de maior equilíbrio na relação entre participantes,
patrocinadoras e poder público.
As entidades de previdência e seus participantes podem ser
parceiros de um projeto de crescimento e desenvolvimento do país, desde
que suas demandas e teses sejam consideradas e atendidas.
Delegados ao 8º Congresso Nacional dos
Participantes de Fundos de Pensão
José
Ricardo Sasseron
Presidente
da Anapar
Nossa Gente!
Arivaldo
Ferreira de Andrade, Representante da AABNB em Aracaju, sua terra-natal,
desenvolveu no BNB uma carreira plena de êxito. Selecionado no 2º
concurso realizado pelo Banco, foi admitido na Agência de Aracaju, em
julho de 1955, como Escriturário Praticante. Logo em seguida, exerceu a
função de Subchefe, no Escritório Rural de Cícero Dantas, na Bahia.
Ainda na Bahia, assumiu o cargo de Contador na Agência de Andaraí. De
1960 a 1963, trabalhou nas Agências de Surubim/PE e Angicos/RN onde
exerceu as funções de Chefe de Setor de Serviço, Contador, Gerente
Administrativo-Financeiro e Gerente. Paralelamente, estudava na UFS,
onde concluiu sua graduação em Ciências Econômicas em 1966.
A
pós-graduação, em Fortaleza, cursou no Centro de Aperfeiçoamento dos
Economistas do N/NE (CAEN). Na capital cearense assumiu a função de
Supervisor de Crédito Industrial. Realizou diversos cursos de
especialização, em nível gerencial, no próprio Banco, e em
instituições como a FGV e o Instituto de Administração Gerencial da
PUC. Comandou a equipe responsável pela implantação de Normas e
Procedimentos do BNB, num trabalho itinerante que durou dois anos.
Coordenou o Grupo de Trabalho de Racionalização da Agência de
Salvador, a 1ª a ser informatizada. No período de 1974/1978,
licenciado do BNB, foi o 1º Secretário de Planejamento do Município
de Aracaju, onde também implantou e presidiu a EMURB, Empresa Municipal
de Urbanismo. De volta ao BNB, trabalhou na implantação da Agência de
Belo Horizonte, onde chefiou o Setor de Crédito Especializado. Voltou
para Sergipe em 1983, por problemas de saúde na família, e obteve a
sua aposentadoria em janeiro de 1984, quando respondia pela Gerência da
Agência de Gararu. Um espaço tão exíguo não comporta um currículo
de tamanha envergadura, mas é suficiente para enaltecer que Arivaldo
Ferreira de Andrade é Nossa Gente!
O
colega Francisco Rodrigues de Assis, natural de Valença do Piauí,
cidade da região central do Estado, completou 11 anos de aposentadoria
em fevereiro último. Sua carreira no BNB iniciou em novembro de 1966,
ao ser aprovado no concurso público realizado em Oeiras, no Piauí. Nas
10 agências em que trabalhou, Rodrigues exerceu funções
comissionadas. Em Oeiras e Alagoinhas cumpriu a função de Investigador
de Cadastro; Na Agência de Itaperaba foi Chefe da Seção de Crédito
Geral; em Presidente Dutra assumiu a chefia do Setor de Serviço; foi
Gerente das agências de Codó, Batalha, Arapiraca, Paulo Afonso e
Metro-Maceió; e Gerente de Mercado em Maceió, na Agência Centro.
Participou
de diversos cursos, treinamentos e estágios promovidos pelo BNB na
Direção Geral, em outros órgãos e nas próprias agências. Reside em
Fortaleza desde janeiro de 2004, onde realiza um sério tratamento de
saúde, que envolve sessões de fisioterapia e de hidroginástica e um
constante acompanhamento médico em clínicas especializadas, para se
recuperar de um Acidente Vascular Cerebral, sofrido em junho de 2002, em
Maceió, em pleno gozo da aposentadoria. Temos certeza de que todos os
colegas torcem por sua pronta recuperação, porque Francisco Rodrigues
de Assis é Nossa Gente!
Natural
de Ipu, no Ceará, Mansuêto Magalhães Soares ingressou no BNB em
fevereiro de 1976, onde trabalhou durante 27 anos, até a obtenção da
sua aposentadoria, em fevereiro de 2003. Iniciou sua carreira bancária
na função de Escriturário, no antigo Departamento de Pessoal, onde
permaneceu por 2 anos e meio. Depois,
trabalhou na Divisão Gráfica do DEPAD, durante quase 20 anos, até
1998, chegando a assumir a função de Gerente Geral Substituto. Logo
após esse período, experimentou uma fase itinerante no Banco, ao
assumir funções nas agências de Ilhéus, na Bahia, Campos Sales, no
Ceará, e Limoeiro do Norte, também no Ceará, onde foi Gerente do
Sistema Credi-Amigo. A carreira no BNB, associada às suas aspirações
de desenvolvimento pessoal e profissional, o impulsionou à conclusão
do curso de Ciências Contábeis.
Em
razão do seu grau de profissionalismo e pragmatismo em relação às
técnicas bancárias, muitos dos colegas de Banco desconhecem o talento
artístico de Mansuêto Magalhães. Ainda menino, revelava uma
facilidade acima da média para o desenho e à pintura. Na
adolescência, seus trabalhos já atestavam a sua personalidade
artística. Em 1971, participou de exposições importantes, como o
Salão dos Novos e o XXI Salão de Abril; e no ano seguinte expôs no XXII Salão de Abril. O trabalho no Banco exigia
bastante. Conseqüentemente, sua produção artística ficou mais
restrita ao âmbito pessoal. No entanto, de 1992 a 2004 faz uma série
de 12 exposições, entre coletivas e individuais. O traço refinado,
revelando um artista maduro na exposição “Prédios Históricos de
Fortaleza”, realizada no início deste ano, foi destaque nos jornais
de Fortaleza. Em 14 telas, o artista utiliza sua obra para retratar e
lutar pela preservação do patrimônio histórico-arquitetônico da
cidade de Fortaleza. Mansuêto Magalhães Soares é Nossa Gente!
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