CNFBNB
realiza XII Congresso Nacional
A
Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB) realizou nos dias
18 e 19 de agosto,
em João Pessoa
, na Paraíba, o XII Congresso Nacional dos Funcionários do Banco. O
BNB e a conjuntura nacional, a campanha salarial, a mesa permanente de
negociação, além de Capef e
Camed, foram os assuntos discutidos pelos Grupos de Trabalho, nos
Painéis e Plenárias que compuseram o congresso, cujo tema era:
“BNB – Aprofundar a democracia, vencer o medo e avançar nas
conquistas”. As plenárias são órgãos deliberativos de aprovação
das teses e resoluções ou conclusões oferecidas pelos grupos, por
maioria simples de votos. Os painéis não têm caráter deliberativo e
são abertos à participação de todos os congressistas.
A
mesa de debates sobre Capef e Camed contou com exposições dos
presidentes das duas entidades, Francisco Bezerra e João Robério
Messias, respectivamente. Miguel Nóbrega Neto, diretor de articulação
institucional da AABNB e integrante do Conselho Deliberativo da Capef,
também participou dos debates. O ex-diretor Roberto Figueredo do Vale
participou dos painéis na condição de integrante do Grupo de Trabalho
que está produzindo um documento que irá sugerir alterações nos
normativos da Camed.
Capef:
abaixo-assinado cobra maior participação
Participantes
ativos e assistidos da Capef desenvolvem ação em busca de maior
representatividade junto àquela Caixa. Está em curso, na AABNB, nas
Representações e nos departamentos do Banco um documento (abaixo-assinado) onde são
coletadas assinaturas de aposentados e servidores da ativa, favoráveis
à alteração nos Estatutos da Capef, com vistas à criação de um
novo cargo na Diretoria Executiva da Caixa, onde o titular será eleito
pelos próprios participantes. No documento, que será encaminhado ao
Conselho Deliberativo da Capef, é sugerido que a nova diretoria atue
nas áreas Administrativa e de Relação com os Participantes.
O
documento salienta que a Capef conta com apenas três diretores e que a
atual legislação
sobre previdência complementar prevê às entidades dessa natureza a
constituição de uma diretoria executiva composta por, no máximo, seis
componentes, conforme a Lei Complementar 108, de 29.05.2001. Destaca,
ainda, que, a partir desse dispositivo legal e da maior atuação da
Secretaria de Previdência Complementar (SPC), através do Conselho de
Gestão de Previdência Complementar (CGPC), as Entidades Fechadas de
Previdência Complementar (EFPC) têm aperfeiçoado suas governanças
corporativas, a fim de permitir maior presença dos participantes na
gestão dos recursos financeiros administrados pelos pelas EFPC’s.
O
abaixo-assinado também
ressalta que é grande o número de EFPC’s que já dispõem de membros
eleitos em suas diretorias executivas, e que esta é a maneira mais
apropriada para que os participantes ativos e assistidos, verdadeiros
proprietários dos recursos financeiros dessas entidades, tenham voz e
voto nas tomadas de decisão da diretoria executiva.
Justiça
x Byron/PSDB
O
Diário da Justiça Federal da Seção Judiciária do Ceará publicou,
em sua edição do dia 12 de julho de 2006, mais uma decisão contra o
ex-presidente do Banco do Nordeste do Brasil, Byron Queiroz. O juiz
federal da 10ª vara manteve a decisão
em que Byron
é indiciado
em uma Ação Civil
Pública de Improbidade Administrativa, pelo Ministério Público
Federal, por conta dos desmandos administrativos e desvios financeiros
provocados por Byron Queiroz no BNB, durante a gestão do tucano FHC.
Nunca é demais lembrar que Byron Queiroz era tesoureiro do PSDB na época
em que dirigiu o BNB, provocando um rombo de R$ 8,5 bilhões.
Desenvolvimento
regional é tema de Ciclo de Debates
O economista e professor Nilson Holanda, ex-presidente do BNB, é o
coordenador do Ciclo de Debates Por um Nordeste Melhor, uma promoção
conjunta da AABNB e AFBNB. Contando com a participação de renomados
pesquisadores e professores, esse ciclo de seminários e encontros técnicos
teve prosseguimento no início de agosto, em Aracaju, quando foi
realizado o quarto seminário. A Direção da AABNB participou de todas
as etapas anteriores, realizadas em Fortaleza, Recife e Teresina. O
objetivo dos encontros é identificar alternativas que possibilitem a
concretização das transformações econômicas e sociais que possam
trazer melhorias às condições de vida da população nordestina.
Diretor de articulação
institucional da AABNB, Miguel Nóbrega participou do encontro realizado
na capital sergipana. Ele destaca que esse Ciclo de Debates Por um
Nordeste Melhor tem cumprido a sua missão de discutir os aspectos
voltados à realidade regional, apontando propostas que favoreçam o
desenvolvimento do Nordeste. O quinto e último encontro dessa série de
seminários será realizado em Recife, onde será produzido um Relatório
Final contendo os principais tópicos abordados em todos seminários, além
das projeções e conclusões extraídas dos debates. O relatório será
enviado aos candidatos à presidência da República, com o objetivo de
chamar atenção para a importância do desenvolvimento regional.
Diretoria
da AABNB visita Representações
Desde abril deste ano está em prática o plano de visitas às
Representações, aprovado e implementado pela diretoria, com o intuito
de proporcionar uma visão mais ampla a respeito das ações e decisões
em curso na sede da Associação, e também para que a diretoria possa
estar mais próxima dos seus Representantes, a fim de melhor detectar os
anseios e aspirações dos associados desta AABNB. No mês de abril, três
Representações receberam diretores da AABNB.
Na segunda etapa, em maio, outras quatro Representações foram
visitadas pela diretoria da Associação que, na oportunidade, estava
acompanhada de diretores da Camed.
A terceira etapa do plano de visitas
foi realizada no período de 24 de julho a 4 de agosto último, quando o
presidente José Edson Braga e o diretor Arnóbio Cândido de Almeida
estiveram nas Representações de Aracaju, Arapiraca, Juazeiro do Norte,
Crato e Limoeiro do Norte, sempre com boa
participação dos associados residentes nessas localidades.
Segundo o presidente Braga, além de proporcionar o desenvolvimento de
um trabalho uniforme e integrado em defesa dos direitos de todos os
associados, e de esclarecer dúvidas sobre temas que preocupam
aposentados e pensionistas do BNB, os encontros também proporcionam o
reencontro de antigos colegas. “E o resultado maior é a integração
da Diretoria com as Representações e seus associados”, assinala o
presidente.
Saúde/alimentação/peixe
Consumo pode prevenir
cegueira
Dois estudos publicados recentemente no periódico científico Archives of Ophtalmology reforçam a tese de que uma dieta rica em
peixes faz bem à saúde. Já havia comprovação de que a ingestão
regular de pescados ajuda a manter o bom funcionamento do cérebro, uma
vez que retarda a degeneração do órgão e proporciona melhorias à
memória e ao raciocínio. Isto sem falar que o coração também é
beneficiado com os nutrientes de algumas espécies de peixe.
A mais recente constatação da
comunidade científica mostra que o consumo de ácidos graxos -
encontrados no ômega-3, presente na carne de algumas espécies, pode
ajudar na prevenção da degeneração ocular. A doença é própria da
retina e atinge com mais facilidade pessoas idosas, com mais de 65 anos.
Segundo os especialistas, ela afeta a região do olho onde são
definidas as cores, letras e formas. Estudo realizado nos Estados
Unidos, com 681 idosos, concluiu que as pessoas que consumiam peixe duas
vezes por semana apresentaram uma redução de 36% no risco de
desenvolver a doença degenerativa. (fonte:
pesca-cia.uol.com.br/notícias)
Notícias
do Brasil...
País é a 11ª economia do
mundo
Com
o Produto Interno Bruto (PIB) estimado em R$ 1,9 trilhão em 2005, o
Brasil avançou quatro posições no ranking das maiores economias do
mundo, saindo do 15º para o 11º lugar, segundo levantamento da agência
de qualificação de risco Austin Rating. A empresa utilizou como
valores preliminares estimativas do PIB de 2005 de 155 países. Nessa
base de comparação, o Brasil é o país latino-americano mais bem
posicionado. No final de 2005, outro avanço significativo foi
constatado na economia do País, quando uma pesquisa realizada pela
empresa AT Keamey registrou que o Brasil passou do 17º lugar na preferência
dos investidores da economia real para ocupar a 7ª posição.
Investidores reais são aqueles que aplicam recursos diretamente na
produção, ao contrário dos investimentos voltados apenas às
movimentações especulativas do mercado financeiro.
Brasil livre do FMI
Os
recursos utilizados pelo Brasil para o pagamento da dívida com o Fundo
Monetário Internacional (FMI) foram sacados das reservas internacionais
brasileiras, que hoje estão em mais de US$ 57 bilhões. Em 2003, o
valor das reservas, descontando o empréstimo do FMI, era de US$ 15 bilhões.
O governo federal pagou a dívida do País para com o FMI com dois anos
de antecedência, e fez uma economia de US$ 900 milhões com o não-pagamento
de juros, ao quitar o empréstimo de US$ 15,5 bilhões.
Balança comercial tem
resultados positivos
O
saldo da balança comercial brasileira alcançou um recorde histórico
em 2005, quando a diferença entre exportações e importações foi de
US$ 44,8 bilhões. O resultado é 33% maior que o registrado em 2004, e
o superávit comercial vem crescendo anualmente: em 2003, foi de US$
24,8 bilhões; em 2004, US$ 33,7 bilhões. A tendência positiva se mantém
em 2006, uma vez que de janeiro até a segunda semana de maio, o superávit
atinge a marca dos US$ 14,4 bilhões.
Combate
ao trabalho escravo
A
política de combate ao trabalho escravo no País foi impulsionada com a
instituição do Plano Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo e
com a criação da Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho
Escravo (Conatrae). Desde 2003 já foram realizadas 244 ações fiscais,
com 12,7 mil trabalhadores libertados. È necessário que se destaque a
criação e a divulgação na internet, em 2002, da chamada “lista
suja”, com o nome dos empregadores que mantiveram trabalhadores em
condições análogas à escravidão. O empregador registrado nessa
lista perde acesso ao crédito bancário para produção agrícola. Em
julho de
2005, a
lista totalizava 188 nomes de empregadores rurais flagrados nessa prática
ilegal.
Formalização do mercado de
trabalho
Com
média de 100 mil novos empregos formais por mês, o número de
trabalhadores com carteira assinada aumentou quase 4 milhões, no período
de janeiro/2003 a abril/2006, conforme dados do Cadastro Geral de
Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. Os números
registram o saldo entre admissões e desligamentos. A formalização do
emprego aumenta a parcela de brasileiros com proteção social. Há de
se registrar, também, que o valor nominal do salário-mínimo cresceu
75% em três anos, saindo dos R$ 200 de março de 2003, para os R$ 350
de abril de 2006. O reajuste, descontando a inflação, trouxe um
crescimento real de 25,7% ao trabalhador. No início de 2003 o salário
mínimo comprava aproximadamente 1,4 cesta básica; já em maio de 2006,
o mínimo passou a comprar o equivalente a 2,3 cestas básicas.
Fundos
de Pensão ampliam patrimônio
Em
maio último, os Fundos de Pensão brasileiros administravam, conforme
dados estatísticos da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de
Previdência Complementar (Abrapp), um patrimônio de R$ 337,5 bilhões.
Esse montante é 5,4% superior ao valor registrado em dezembro de
2005. A
carteira de investimentos atingiu a marca dos 313,9 bilhões e, ainda no
mês de maio, os Fundos de Pensão pagaram R$ 1,25 bilhão em
aposentadorias e pensões a 612 mil participantes assistidos, revelam os
números levantados pela entidade. (fonte:
Abrapp)
SNPC
no lugar da Previc
O
projeto de lei que será encaminhado ao Congresso para a criação da
Superintendência Nacional de Previdência Complementar (SNPC) possui
texto semelhante ao da Medida Provisória nº 233/03, que também criava
a Superintendência, na época batizada de Previc, e que acabou
caducando no Senado por não ter sido votada dentro do prazo de 120 dias
estipulado pela Constituição. A diretoria da AABNB entende que a criação
da SNPC é de fundamental importância para todos os participantes de
fundos de pensão, uma vez que permitirá melhor aparelhamento para
fiscalização dos atos das Entidades Fechadas de Previdência
Complementar, como é o caso da Capef. (fonte:
Diário dos Fundos de Pensão)
Obesidade e
educação alimentar
A
questão da obesidade já recebe o tratamento de doença epidêmica em
alguns países. No Brasil, a obesidade entre crianças e adolescentes
preocupa autoridades da área da saúde e a sociedade em geral, uma vez
que o país passou a registrar este problema nas mesmas proporções das
apontadas em países desenvolvidos. No Ceará, tramita um projeto de lei
na Assembléia Legislativa, que visa prevenir a obesidade nas escolas,
proibindo que as cantinas dos colégios públicos e particulares vendam
refrigerantes, balas, pirulitos, gomas de mascar, salgados fritos e
demais produtos considerados de baixo valor nutricional e de alto valor
calórico.
A
obesidade de causa nutricional, denominada de simples ou exógena,
causada principalmente pela ingestão de alimentos de elevado valor calórico,
representa 95% dos casos desse tipo de distúrbio. No Brasil, estima-se
que 10% das crianças e 20% dos adolescentes estejam acima do peso
ideal. “Controlar esse distúrbio é responsabilidade, em primeiro
lugar, da família, mas também do Estado brasileiro, pois a obesidade
é um problema de saúde pública”, destacou, em editorial, o jornal O
Povo, de Fortaleza. (fonte:
jornal O Povo)
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