JORNAL DA AABNB


JULHO/2008

EDITORIAL

Reflexões sobre a PREVI  e  a CAPEF

Quando os aposentados e pensionistas da CAPEF se reportam à desconfortável situação em que nos encontramos, no que diz respeito ao patamar das contribuições em favor da Caixa, hoje atingindo o percentual de 29%, surge, de forma inevitável, a comparação com a PREVI, que é a caixa de previdência dos funcionários do Banco do Brasil. 

              Como temos sempre dito, a negociação levada a efeito em 2003, entre o Grupo de Trabalho composto por representantes do Banco, da CAPEF,  dos colegas da ativa, de aposentados e pensionistas, objetivou fazer com que a CAPEF passasse a ter um equilíbrio atuarial suficiente para  honrar os compromissos atuais e futuros para com os seus participantes. Como todos sabemos, a engenharia financeira montada a partir dessas negociações resultou em inevitáveis sacrifícios para todas as partes envolvidas, mal necessário para atingimento de nossos objetivos.  

             O fato da CAPEF vir apresentando, ano a ano, resultados positivos, vem sendo criticado por parte de alguns aposentados. Acreditamos que o fato, entretanto, quando analisado sob a ótica de uma postura serena e racional, revela a competência daqueles que participaram da engenharia financeira e dos que nos  representaram nas negociações, e isto deveria ser causa de uma sensação de tranqüilidade quanto ao nosso futuro, pela idéia de que os nossos benefícios futuros estão assegurados.

             Paralelamente a essas idéias por nós defendidas, a AABNB vem lutando, incansavelmente, para aperfeiçoar as bases do acordo, de forma a reduzir o patamar de contribuições. Felizmente, o Banco e a CAPEF estão convencidos da justiça de nosso pleito e passaram a adotar as providências necessárias para essa redução.       

             Sobre as comparações entre a PREVI e CAPEF, entretanto, há uma distância muito grande entre as duas entidades. Em relação às contribuições, se faz necessário refletir que a maioria dos funcionários do BNB, hoje aposentados, levava para o benefício da CAPEF o total do último salário percebido no Banco, no momento da aposentadoria.  Sobre este valor, assumiam uma contribuição de 10% (dez por cento) depois reajustada para 20% (vinte por cento), em 1986. No caso da PREVI,  o aposentado passava a perceber 75% do último salário, e contribuía com 8% (oito por cento), depois reduzido para 4% (quatro vírgula oito décimos por cento), hoje provisoriamente suspensa. Não há, portanto, a grande distorção apontada nas análises de alguns colegas aposentados. 

             Para estudos e reflexões, apresentamos algumas informações sobre as duas Caixas,  com base nos Relatórios do ano de 2007. Os dados exibidos no quadro a seguir realçam os principais pontos estruturais das duas Entidades, fornecendo subsídios para análises comparativas.  

REFERÊNCIA

PREVI

CAPEF

OBS.

Idade das Caixas

104 anos

41 anos

-----------

Participantes Totais

169.718

5.474

-----------

Participantes  Ativos

82.906

1.938

-----------

Participantes Assistidos

67.209

3.536

-----------

Pensionistas

19.603

801

-----------

Patrimônio

R$ 138,2 Bilhões

R$ 1,92 Bilhão

1) A PREVI é o maior Fundo de Pensão (FP)  da América Latina e um dos 50 maiores do mundo.

2) O Patrimônio da  PREVI = 31%  de todos os FP do BR.

Rentabilidade em 2007

37,08%

21,34

PREVI = FP mais rentável do BR

Benefícios Pagos ( 2007)

R$ 5,34  Bilhões

R$ 217,5  Milhões

-----------

Benefício Médio

R$ 5,2 mil

R$ 4,7 mil

-----------

Contribuição Paga pelos Assistidos

- 0 -

29%

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 (Fontes: Relatórios de 2007 Capef e Previ)   


Exercício 2007 da AABNB é

aprovado pelo Corpo Social  

O Balanço Patrimonial, a Demonstração de Resultados da AABNB referentes ao Exercício 2007, e o Relatório das principais atividades desenvolvidas pela Diretoria da Associação no ano anterior, foram aprovados por 97,5 % dos associados que participaram da Consulta ao Corpo Social, realizada no dia 20 de junho último, na sede da AABNB e nas Representações.

Analisados e aprovados anteriormente pelo Conselho Fiscal, os documentos também foram submetidos à aprovação do  Quadro Social, em cumprimento às determinações estatutárias desta AABNB. A Diretoria agradece a participação de todos aqueles que compareceram à votação, numa clara demonstração de envolvimento e preocupação com os rumos da Associação.    


                                  Ministro da Previdência ratifica

                                  proposta de recriação da Previc 

Em entrevista ao jornal Valor Online, (reproduzida no site da AABNB) o ministro da Previdência, José Pimentel, destacou que o projeto de recriação da Superintendência de Previdência Complementar (Previc) está na Casa Civil e que o governo está trabalhando para que ele seja encaminhado o mais rápido possível ao Legislativo. Pimentel ressalta que o texto do projeto já recebeu o sinal verde do Ministério da Fazenda e da Advocacia Geral da União (AGU). Destaca, ainda, que o objetivo é transformar a Secretaria de Previdência Complementar em autarquia, com melhor estrutura e maior autonomia. “Reforçada, ela poderá fiscalizar e regular uma indústria de 369 fundos de pensão fechados, que administra ativos avaliados em R$ 457,6 bilhões”, avalia o ministro. (Fonte: Valor Online)


SUA SAÚDE!

Cuidados com os seus olhos 

Uso inadequado dos colírios causa catarata, problemas cardíacos e até perda da visão. Existem vários tipos do medicamento e nenhum deles é inofensivo. A maioria das pessoas pensa que eles são inofensivos e usa à vontade, sem nem olhar o rótulo. Pior ainda: tem gente que usa o colírio dos outros, sem a menor preocupação. Um erro grave, colírio é igual a escova de dentes: cada um precisa do seu para evitar contaminações, afirma o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituo Penido Burnier, hospital especializado em doenças dos olhos desde 1920.   

            A escolha do medicamento também exige orientação médica. Colírios antibióticos, usados por tempo prolongado, reduzem a resistência imunológica e aumentam a predisposição a úlceras na córnea e a outras infecções, afirma o médico. Já os antiinflamatórios hormonais (com corticóide) podem causar catarata e glaucoma. Até os populares vasoconstritores, usados para reduzir irritações oculares, o aumentam o risco de catarata pelo uso prolongado. Outra surpresa: o uso de pílulas anticoncepcionais à base de estrógeno está relacionado à síndrome do olho seco (quando há baixa na produção de lágrimas), exigindo o uso de umidificadores.

            Estudo conduzido pelo oftamologista do Instituto Penido Burnier demonstrou ainda que o mau uso de colírios atinge 67% dos tratamentos. Os erros mais comuns: contaminação do bico dosador pelo contato com o dedo ou mucosa ocular, piscar várias vezes após a instilação (colocando o medicamento para fora dos olhos), automedicação com o colírio inadequado e absorção do medicamento pelo organismo. (Para evitar efeitos colaterias é necessário ocluir com o dedo indicador o ducto lacrimal na extremidade interna do olho. Este simples cuidado evita, por exemplo, alterações cardíacas em casos de uso de colírio vasoconstritor). (Fonte: site minhavida.uol.com.br)


Manter o cérebro ativo é a senha da longevidade 

Estímulos mentais retardam a evolução das temidas doenças degenerativas. Um dos maiores temores do envelhecimento é a perda da autonomia, especialmente quando ela vem acompanhada do declínio das funções mentais. Nesse terreno, as demências são os maiores fantasmas que assombram quem cruza a fronteira da terceira idade. São síndromes que envolvem o comprometimento de funções cognitivas sem, no entanto, afetar a consciência da pessoa. Essas doenças afetam especialmente a memória, a inteligência, a capacidade de orientação, de julgamento e de convívio social. Elas podem ser degenerativas, como o Mal de Alzheimer, ou secundárias, em conseqüência de algum outro mal, por exemplo, a arteriosclerose, o hipotiroidismo ou o alcoolismo.

O Mal de Alzheimer, por exemplo, atinge cerca de 20% dos octogenários. Ainda não se sabe ao certo como preveni-lo e ele não tem cura. No máximo, algumas drogas podem retardar seu progresso. Em 8 ou 12 anos, o Mal costuma levar à morte. Os medicamentos mais avançados apenas retardam a sua evolução, com pouca ou nenhuma resposta terapêutica, portanto sem resultados eficientes.

Entre os transtornos psiquiátricos, a depressão está entre os problemas mais comuns nessa faixa etária. Em alguns casos, pode até sinalizar a instalação de outra doença, como o Parkinson.
Um dos segredos para manter a cabeça jovem é manter-se ativo a vida inteira. É preciso investir em relacionamentos, em hobbies, em atividades que exijam concentração e interação social. Tudo isso favorece a massa cinzenta. Os especialistas recomendam, por exemplo, que os idosos façam trabalhos manuais, leiam muito, aprendam coisas novas. A leitura, especificamente, melhora atenção, memória e fluência verbal, revela um estudo americano com mais de 500 idosos.
        Manter essas funções em ordem é também uma questão de sobrevivência: a taxa de mortalidade aumenta quando essas capacidades despencam. Sim, manter o cérebro ativo pode ser sinal de longevidade! (Fonte: www.uol.com.br)  


 

Defesa do consumidor!

                              Determinação da Justiça faz Volks  

                                corrigir defeito no automóvel Fox    

Intimada e multada, a fábrica da Volks do Brasil terá que fazer recall (rechamada) para reparar um defeito (que provoca ferimentos graves e  mutilações) em 477 mil unidades do modelo Fox. A montadora só admitiu o defeito após a pressão realizada por consumidores, associações e autoridades, assinando um termo de ajustamento de conduta, o que torna obrigatória a convocação de todos os proprietários do Fox e o pagamento de 3 milhões de reais aos cofres públicos. A reportagem “Havia uma guilhotina no carro e a mídia grande fez que não viu” (Revista Caros amigos/junho/2008), descreve, em três páginas, o caso Fox, automóvel que pode ter provocado a mutilação  da ponta dos dedos de pelo menos 18 pessoas e causado ferimentos graves noutras 33 vítimas, em 7 estados. 

A demora em reconhecer o problema se constitui, segundo a revista,   em flagrante caso de conflito de interesses entre a grande mídia e a multinacional Volks. De um lado, uma multinacional fabricante de um veículo que pode causar ferimentos graves em seus usuários. De outro, a grande mídia, que fez ouvidos de mercador às queixas dos cidadãos e não abordou o problema ou o fez com reportagens esporádicas e superficiais. A revista  destaca que, no Brasil, o sistema capitalista de produção e as relações de mercado favorecem os interesses dos grandes conglomerados e deixam o cidadão à mercê da própria sorte. Na Europa, no entanto, a Volks tomou precauções em relação ao seu modelo Fox, para não colocar o consumidor em situação de risco. (Fonte Revista Caros amigos)   


              Prisão de banqueiros! É um novo Brasil?

Informações e análises que costumam passar em branco na chamada “grande mídia” (batizada pelo jornalista Paulo Henrique Amorim de PIG – Partido da Imprensa Golpista), recebem leitura e tratamento críticos por parte de jornalistas que atuam em veículos alternativos, publicações sérias, como a revista Carta Capital, por exemplo, que navegam contra a corrente. E também pelos sites e blogs independentes. Para exemplificar, leia a informação divulgada no site da Adital, e parte do artigo produzido pelo jornalista Laerte Braga, a respeito da operação deflagrada pela PF que levou à prisão o banqueiro Daniel Dantas e outros “figurões” da cena política e econômica do Brasil.        

“A Polícia Federal prendeu Daniel Dantas, Naji Nahas, Celso Pitta e mais duas dezenas de pessoas, acusadas de integrar mega-organização criminosa. Os presos são acusados de formação de quadrilha, gestão fraudulenta, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e espionagem”. (Fonte: site da  Adital)   

A prisão do banqueiro (perdão pela palavra) Daniel Dantas, os fatos levantados pela Polícia Federal na Operação Sathiagraha, colocam em risco a segurança de tucanos blindados pela mídia podre. FHC, Serra, Alckmin, Aécio, Yeda, todos protegidos das GLOBOS da vida.  Estão em pânico! A perspectiva que venham a público todos os episódios envolvendo o processo de privatização do Estado (montado por Dantas para a execução por FHC). Desde a que resultou na independência da área ocupada pela VALE (o general Heleno ainda não falou sobre o assunto), até os setores fundamentais desse mesmo Estado, como petróleo, energia, telefonia, a EMBRAER, a indústria de base no Brasil, etc, etc.

Vai ser dureza colocar esses caras atrás das grades para cumprirem pena. O ministro Gilmar Mendes do STF (Supremo Tribunal Federal) não dorme desde que Cacciola foi preso, temeroso que sejam reveladas as traquinadas de FHC e seu programa de "ajuda" a banqueiros (perdão, sou obrigado a usá-la outra vez). É que o ministro integrava o governo à época e ganhou o cargo atual como prêmio por bons serviços e para continuar a prestar bons serviços. O fato é que em quatro anos de investigações, a Polícia Federal apurou um dos mais sórdidos esquemas de quadrilhas no Brasil... E suas conseqüentes ações, como lavagem de dinheiro, propinas, extorsões, achaques, compra de jornais, revistas, redes globais de tevê, toda a verdadeira face do governo de FHC e seus tucanos boys, dentre eles José Alston Propina Serra. 

Tem um ponto que deve sempre ser destacado. O governo Lula não jogou e nem varreu para debaixo do tapete, como fazia FHC, os escândalos. Pelo contrário, Dantas, quando soube do inquérito tentou comprar um delegado da Polícia Federal. Não conseguiu. Vai responder também por tentativa de suborno”. (Trecho do artigo de Laerte Braga)   


                                               Pura provocação 

A revista Veja não quer mesmo fazer jornalismo comprometido com os interesses da maioria da população: na semana em que vários fóruns internacionais, inclusive a ONU, debateram o aumento do preço dos alimentos e o aumento da fome mundial, a revista editou matéria de capa sobre a preocupação individual das pessoas de classe média em fazer uma nutrição balanceada e saudável. Só pode ser provocação!   (Revista Caros Amigos) 


                                                Fome no mundo 

A erradicação da miséria no mundo é uma das Metas do Milênio da ONU – Organização das Nações Unidas, até 2015. No entanto, segundo dados da FAO, organismo da ONU para Agricultura e Alimentação, metade da população do planeta vive abaixo da linha da pobreza e 854 milhões de pessoas sobrevivem com fome crônica. Há quem afirme que o problema da fome é causado pelo excesso de bocas. Será? Segundo a FAO, o mundo produz, atualmente, o suficiente para alimentar 11 milhões de bocas. Logo, os alimentos existem, o que falta é consciência de igualdade e de solidariedade, e justiça para redistribuir a produção dos alimentos e inibir a excessiva concentração de riqueza nas mãos de poucos. (Informação baseada em artigo de autoria do Frei Beto)  


                               Por que o preço dos alimentos disparou? 

Segundo análise de João Pedro Stédile, membro da Coordenação Nacional do MST, o preço dos alimentos subiu, no mundo inteiro, por duas razões: uma estrutural e outra conjuntural. A primeira, justifica, é decorrente do predomínio do neoliberalismo e da hegemonia do capital financeiro, que exercem influência direta na agricultura mundial, que passou a ser dominada por grandes empresas transnacionais.  Aliadas aos fazendeiros capitalistas, essas empresas implementaram um novo modo de produção, expulsando os camponeses do meio rural. Como o agronegócio concentra a produção de grãos nas mãos de meia dúzia de empresas transnacionais, o preço dos alimentos se transforma em especulação financeira.

  O aspecto conjuntural, explica Stédile, é ocasionado pela crise do capitalismo nos Estados Unidos e na Europa, que levou as taxas de juros a cair abaixo da inflação. Com isso, os especuladores financeiros, bancos e fundos de investimentos, migraram para as bolsas de mercadorias. Portanto, a crise do preço dos alimentos resulta da própria lógica de funcionamento do capital na agricultura. (Informação veiculada apenas na versão on line, baseado em artigo publicado na revista Caros Amigos)


Mensagem da Diretoria da AABNB 

Como andam as mudanças solicitadas ao BNB/CAPEF 

                        Desde abril de 2006, mesmo antes do tempo legalmente exigido para a revisão do nosso Plano BD, esta AABNB tem insistido junto ao BNB e CAPEF, no sentido de que o acordo celebrado em 2003 seja revisado, com a conseqüente redução da taxa de contribuição, dentre outros pontos. Isto porque, desde o final de 2005 e como fruto do referido acordo, a CAPEF já vinha apresentando resultados positivos.

                        Em atendimento à AABNB, o Presidente do BNB determinou a criação de  dois Grupos de Trabalho em 2006 e 2007, com a finalidade de estudar recursos legais e possíveis para a revisão pretendida, bem como para fundamentar as possibilidades concretas de sua realização.

                        Paralelamente a isso, apelamos para a SPC e recebemos o sinal verde para que, em face dos resultados positivos já apresentados, o acordo poderia e deveria ser revisto, mediante a imediata retirada do Plano de Custeio do seu Regulamento, a ser devidamente aprovado pelos Órgãos Superiores, de modo a lhe dar maior flexibilidade de gestão e conseqüente enquadramento no ART 18 da Lei Complementar 109.

                        Após os estudos, mostra-se mais interessante, para os aposentados e pensionistas, lutar por uma redução maior, a partir de janeiro de 2009, em lugar da nossa pretensão inicial de estagnar a cobrança em 28%, pois isso  implicaria, pelo referido Artigo 18, numa indesejada permanência de, pelo menos, por 12 (doze) meses na faixa dos 28%. Por isso,  todos os esforços estão sendo envidados pela AABNB para que haja uma alteração mais significativa e o mais breve possível, tão logo seja aprovada, em definitivo, a alteração do Regulamento.

                        Referida alteração, preparada pela CAPEF após a orientação da SPC (14.05.08), já foi aprovada pelo Conselho Deliberativo da CAPEF (21.05), pela Diretoria do BNB (23.06), estando na pauta da reunião do Conselho de Administração do BNB marcada para dia 29.07. Em seguida, se aprovada, será encaminhada ao Ministério da Fazenda, ao Departamento de Coordenação e Controle das Empresas Estatais (DEST), e SPC, que já conhece o assunto.

                        Dessa maneira, a partir da aprovação pelo Conselho de Administração (29.07), continuaremos todo esforço possível para o apressamento da matéria junto aos escalões superiores, para que consigamos obter sensível alteração da situação atual, o mais breve possível.

                        Caso as coisas não ocorram como vimos solicitando, e como já foi dito ao BNB, não teremos mais como esperar a mudança do quadro atual, já estando decidido que entraremos com processos administrativo e judicial, com vistas à solução do problema.

                        Ressaltamos, por fim, que as críticas, impropérios e injúrias contra esta AABNB, são frutos de quem não tem informações e que não ajudam  a resolver o problema, pois os caminhos impossíveis, ilegais e sonhadores apontados, não podem ou não devem ser acessados. A prática da vida nos mostra que é muito fácil falar, quando não se é o responsável pela decisão e por suas conseqüências. O difícil é praticar aquilo que se fala quando se está na situação de dirigentes

A Diretoria da AABNB


Coluna Nossa Gente! 

            Cearense de Fortaleza, Raimundo Nonato de Fátima Cavalcante ingressou no BNB como Auxiliar de Escriturário, em janeiro de 1959, no SECOM - Serviço de Comunicações, permanecendo nessa unidade por oito anos. Naquele período também cursou Ciências Econômicas, na UFC. Em 1966, foi transferido para o ETENE - Escritório Técnico de Estudos Econômicos. Dois anos mais tarde, através de concurso interno, passou a exercer o cargo de Técnico em Desenvolvimento Econômico (TDE). No ETENE, Nonato trabalhou até 1979, desempenhando a função de Especialista em Pesquisa e Planejamento. Depois, ocupou a função de Assessor da Presidência para Assuntos Econômicos, de 1979 até março de 1984, quando se aposentou por tempo de serviço. Nesse período, também exerceu a Chefia do ETENE, em caráter de substituição. 

A atividade docente também marcou a carreira de Nonato. Lecionou por 31 anos na Universidade Estadual do Ceará (UECE), onde ministrou as disciplinas Teoria e Prática de Pesquisa, Metodologia do Trabalho Científico, Introdução à Estatística e Demografia, nos cursos de Ciências Sociais e Serviço Social, e se aposentou como Professor-Adjunto. Associado da AABNB desde março de 1984, foi Diretor da Associação nas gestões de Miguel Nóbrega Neto e José Edson Braga. Posteriormente, foi eleito Diretor da Camed, onde exerce, atualmente, o cargo de Conselheiro Deliberativo, em decorrência das recentes alterações estatutárias da Entidade. Casado há 40 anos com Dona Maria Edna Zaranza Cavalcante, tem dois filhos e três netos. Raimundo Nonato de Fátima Cavalcante é Nossa Gente! 

 

Natural de Tauá, no Ceará, José Benevides Soares começou sua carreira no BNB  em sua terra-natal, em setembro de 1967, na agência local. Em 1969, transferido para a Direção Geral, integrou a equipe que administrava a liberação de recursos fiscais. Dois anos mais tarde, de volta à agência de Tauá, trabalhou junto à área de Credito Rural, participou de vários cursos nessa área de crédito, fez cursos relacionados às demais atividades do Banco e exerceu a função de Especialista em Cooperativas. Em 1979, como Chefe de Setor da recém inaugurada agência de Mombaça, administrou as operações de crédito rural, comercial e industrial daquela unidade. Retornou à Direção Geral em 1983, exercendo as funções de Especialista em Operações e Analista de Crédito.

           No período de 1987 a 1992, substituiu os Gerentes das agências de Maranguape/CE, Juazeiro/BA, Propriá/SE, Jaguaribe e Sobral, no Ceará. Designado para gerenciar a agência de Boa Viagem/CE em 1994, ficou pouco tempo naquela unidade. No ano seguinte, 1995, foi chamado novamente para a Direção Geral, para prestar orientação e assessoria, na área de crédito, às agências que integravam a Superintendência Regional do Ceará e do Rio Grande do Norte. Após 36 anos de BNB, se aposentou em 2003, na gestão de Roberto Smith, tendo recebido, da atual presidência do Banco, a comenda “Mérito BNB”, em reconhecimento aos serviços prestados à Instituição. Casado e pai de duas filhas, José Benevides Soares é Nossa Gente!

 

          Natural de Fortaleza, José Luciano Vasconcelos ingressou no BNB em janeiro de 1960, na agência de Recife. Nove meses depois, foi transferido para a agência Fortaleza e, posteriormente, para a Direção Geral. Antes de assumir a Chefia da Divisão, exerceu funções técnicas no Departamento Rural, na área de Análise e Planejamento, responsável pela normatização e pelos aspectos legais relacionados ao crédito rural. Posteriormente, assumiu a função de assessor da Diretoria de Crédito Rural, onde, mais tarde, foi designado Chefe de Gabinete. Antes de se aposentar, em março de 1990, respondeu, em diversas oportunidades, em caráter interino, pela Diretoria de Crédito Rural. Como bancário, foi diretor do Sindicato dos Bancários do Ceará, na gestão de José de Moura Beleza, e também coordenou a Comissão de Equiparação BNB/BB.

          Formado em Direito pela UFC, advoga, desde a sua aposentadoria, como profissional liberal, nas áreas trabalhista, tributária, empresarial, de família e causas cíveis em geral. Foi membro do Conselho Deliberativo da Capef no período 2004/2007. Como advogado, ressalta suas maiores satisfações: a primeira, ao atender um pedido de Paulo Frota, então Presidente da AABNB, moveu ação contra a Capef, garantindo às pensionistas o direito ao 13º salário. A vitória nessa causa, com dispensa de honorários advocatícios, soou como uma homenagem à memória dos colegas falecidos. A segunda, ao prestar assessoria a AABNB durante todo o tempo em que durou a luta contra a arbitrária administração anterior do BNB. Com quatro filhos e nove netos, comemora os seus 40 anos de casamento com Silvia Regina de Aquino Vasconcelos, também funcionária aposentada do Banco e associada da AABNB. Sócio da AABNB desde fevereiro de 1990, presta assessoria, espontânea e contínua, à Associação nas questões jurídicas. José Luciano Vasconcelos é Nossa Gente!

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