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JULHO/2008
EDITORIAL
Reflexões sobre a PREVI
e a
CAPEF
Quando os
aposentados e pensionistas da CAPEF se reportam à
desconfortável situação em que nos encontramos, no que
diz respeito ao patamar das contribuições em favor da
Caixa, hoje atingindo o percentual de 29%, surge, de forma
inevitável, a comparação com a PREVI, que é a caixa de
previdência dos funcionários do Banco do Brasil.
Como temos sempre dito, a negociação levada a
efeito em 2003, entre o Grupo de Trabalho composto por
representantes do Banco, da CAPEF,
dos colegas da ativa, de aposentados e pensionistas,
objetivou fazer com que a CAPEF passasse a ter um equilíbrio
atuarial suficiente para
honrar os compromissos atuais e futuros para com os
seus participantes. Como todos sabemos, a engenharia
financeira montada a partir dessas negociações resultou em
inevitáveis sacrifícios para todas as partes envolvidas,
mal necessário para atingimento de nossos objetivos.
O
fato da CAPEF vir apresentando, ano a ano, resultados
positivos, vem sendo criticado por parte de alguns
aposentados. Acreditamos que o fato, entretanto, quando
analisado sob a ótica de uma postura serena e racional,
revela a competência daqueles que participaram da
engenharia financeira e dos que nos
representaram nas negociações, e isto deveria ser
causa de uma sensação de tranqüilidade quanto ao nosso
futuro, pela idéia de que os nossos benefícios futuros estão
assegurados.
Paralelamente a essas idéias
por nós defendidas, a AABNB vem lutando, incansavelmente,
para aperfeiçoar as bases do acordo, de forma a reduzir o
patamar de contribuições. Felizmente, o Banco e a CAPEF
estão convencidos da justiça de nosso pleito e passaram a
adotar as providências necessárias para essa redução.
Sobre as comparações entre a PREVI e CAPEF,
entretanto, há uma distância muito grande entre as duas
entidades. Em relação às contribuições, se faz necessário
refletir que a maioria dos funcionários do BNB, hoje
aposentados, levava para o benefício da CAPEF o total do último
salário percebido no Banco, no momento da aposentadoria.
Sobre este valor, assumiam uma contribuição de 10%
(dez por cento) depois reajustada para 20% (vinte por
cento), em 1986. No caso da PREVI,
o aposentado passava a perceber 75% do último salário,
e contribuía com 8% (oito por cento), depois reduzido para
4% (quatro vírgula oito décimos por cento), hoje
provisoriamente suspensa. Não há, portanto, a grande
distorção apontada nas análises de alguns colegas
aposentados.
Para estudos e reflexões, apresentamos algumas
informações sobre as duas Caixas,
com base nos Relatórios do ano de 2007. Os dados
exibidos no quadro a seguir realçam os principais pontos
estruturais das duas Entidades, fornecendo subsídios para
análises comparativas.
|
REFERÊNCIA
|
PREVI
|
CAPEF
|
OBS.
|
|
Idade
das Caixas
|
104
anos
|
41
anos
|
-----------
|
|
Participantes
Totais
|
169.718
|
5.474
|
-----------
|
|
Participantes
Ativos
|
82.906
|
1.938
|
-----------
|
|
Participantes
Assistidos
|
67.209
|
3.536
|
-----------
|
|
Pensionistas
|
19.603
|
801
|
-----------
|
|
Patrimônio
|
R$
138,2 Bilhões
|
R$
1,92 Bilhão
|
1)
A PREVI é o maior Fundo de Pensão (FP)
da América Latina e um dos 50 maiores do
mundo.
2)
O Patrimônio da
PREVI = 31%
de todos os FP do BR.
|
|
Rentabilidade
em 2007
|
37,08%
|
21,34
|
PREVI
= FP mais rentável do BR
|
|
Benefícios
Pagos ( 2007)
|
R$
5,34 Bilhões
|
R$
217,5 Milhões
|
-----------
|
|
Benefício
Médio
|
R$
5,2 mil
|
R$
4,7 mil
|
-----------
|
|
Contribuição
Paga pelos Assistidos
|
-
0 -
|
29%
|
-----------
|
(Fontes:
Relatórios de 2007 Capef e Previ)
Exercício
2007 da AABNB é
aprovado
pelo Corpo Social
O
Balanço Patrimonial, a Demonstração de Resultados da AABNB
referentes ao Exercício 2007, e o Relatório das principais
atividades desenvolvidas pela Diretoria da Associação no ano
anterior, foram aprovados por 97,5 % dos associados que participaram
da Consulta ao Corpo Social, realizada no dia 20 de junho último, na
sede da AABNB e nas Representações.
Analisados
e aprovados anteriormente pelo Conselho Fiscal, os documentos também
foram submetidos à aprovação do Quadro
Social, em cumprimento às determinações estatutárias desta AABNB.
A Diretoria agradece a participação de todos aqueles que
compareceram à votação, numa clara demonstração de envolvimento e
preocupação com os rumos da Associação.
Ministro
da Previdência ratifica
proposta de
recriação da Previc
Em
entrevista ao jornal Valor Online, (reproduzida no site da AABNB) o
ministro da Previdência, José Pimentel, destacou que o projeto de
recriação da Superintendência de Previdência Complementar (Previc)
está na Casa Civil e que o governo está trabalhando para que ele
seja encaminhado o mais rápido possível ao Legislativo. Pimentel
ressalta que o texto do projeto já recebeu o sinal verde do Ministério
da Fazenda e da Advocacia Geral da União (AGU). Destaca, ainda, que o
objetivo é transformar a Secretaria de Previdência Complementar em
autarquia, com melhor estrutura e maior autonomia. “Reforçada, ela
poderá fiscalizar e regular uma indústria de 369 fundos de pensão
fechados, que administra ativos avaliados em R$ 457,6 bilhões”,
avalia o ministro. (Fonte:
Valor Online)
SUA SAÚDE!
Cuidados
com os seus olhos
Uso
inadequado dos colírios causa catarata, problemas cardíacos
e até perda da visão. Existem vários tipos do medicamento
e nenhum deles é inofensivo. A maioria das pessoas pensa
que eles são inofensivos e usa à vontade, sem nem olhar o
rótulo. Pior ainda: tem gente que usa o colírio dos
outros, sem a menor preocupação. Um erro grave, colírio
é igual a escova de dentes: cada um precisa do seu para
evitar contaminações, afirma o oftalmologista Leôncio
Queiroz Neto, do Instituo Penido Burnier, hospital
especializado em doenças dos olhos desde 1920.
A escolha
do medicamento também exige orientação médica. Colírios
antibióticos, usados por tempo prolongado, reduzem a resistência
imunológica e aumentam a predisposição a úlceras na córnea
e a outras infecções, afirma o médico. Já os
antiinflamatórios hormonais (com corticóide) podem causar
catarata e glaucoma. Até os populares vasoconstritores,
usados para reduzir irritações oculares, o aumentam o
risco de catarata pelo uso prolongado. Outra surpresa: o uso
de pílulas anticoncepcionais à base de estrógeno está
relacionado à síndrome do olho seco (quando há baixa na
produção de lágrimas), exigindo o uso de umidificadores.
Estudo conduzido pelo
oftamologista do Instituto Penido Burnier demonstrou ainda
que o mau uso de colírios atinge 67% dos tratamentos. Os
erros mais comuns: contaminação do bico dosador pelo
contato com o dedo ou mucosa ocular, piscar várias vezes após
a instilação (colocando o medicamento para fora dos
olhos), automedicação com o colírio inadequado e absorção
do medicamento pelo organismo. (Para evitar efeitos
colaterias é necessário ocluir com o dedo indicador o
ducto lacrimal na extremidade interna do olho. Este simples
cuidado evita, por exemplo, alterações cardíacas em casos
de uso de colírio vasoconstritor). (Fonte:
site minhavida.uol.com.br)
Manter
o cérebro ativo é a senha da longevidade
Estímulos
mentais retardam a evolução das temidas doenças
degenerativas. Um dos maiores temores do envelhecimento é a
perda da autonomia, especialmente quando ela vem acompanhada
do declínio das funções mentais. Nesse terreno, as demências
são os maiores fantasmas que assombram quem cruza a
fronteira da terceira idade. São síndromes que envolvem o
comprometimento de funções cognitivas sem, no entanto,
afetar a consciência da pessoa. Essas doenças afetam
especialmente a memória, a inteligência, a capacidade de
orientação, de julgamento e de convívio social. Elas
podem ser degenerativas, como o Mal de Alzheimer, ou secundárias,
em conseqüência de algum outro mal, por exemplo, a
arteriosclerose, o hipotiroidismo ou o alcoolismo.
O
Mal de Alzheimer, por exemplo, atinge cerca de 20% dos
octogenários. Ainda não se sabe ao certo como preveni-lo e
ele não tem cura. No máximo, algumas drogas podem retardar
seu progresso. Em 8 ou 12 anos, o Mal costuma levar à
morte. Os medicamentos mais avançados apenas retardam
a sua evolução, com pouca ou nenhuma resposta terapêutica,
portanto sem resultados eficientes.
Entre os
transtornos psiquiátricos, a depressão está entre os
problemas mais comuns nessa faixa etária. Em alguns casos,
pode até sinalizar a instalação de outra doença, como o
Parkinson.
Um dos segredos para manter a cabeça jovem é manter-se
ativo a vida inteira. É preciso investir em
relacionamentos, em hobbies, em atividades que exijam
concentração e interação social. Tudo isso favorece a
massa cinzenta. Os especialistas recomendam, por exemplo,
que os idosos façam trabalhos manuais, leiam muito,
aprendam coisas novas. A leitura, especificamente, melhora
atenção, memória e fluência verbal, revela um estudo
americano com mais de 500 idosos.
Manter essas funções em ordem é também uma questão
de sobrevivência: a taxa de mortalidade aumenta quando
essas capacidades despencam. Sim, manter o cérebro ativo
pode ser sinal de longevidade! (Fonte:
www.uol.com.br)
Defesa
do consumidor!
Determinação da Justiça faz Volks
corrigir defeito no automóvel Fox
Intimada
e multada, a fábrica da Volks do Brasil terá que fazer
recall (rechamada) para reparar um defeito (que
provoca ferimentos graves e
mutilações) em 477 mil unidades do modelo Fox. A montadora só admitiu o
defeito após a pressão realizada por consumidores, associações
e autoridades, assinando um termo de ajustamento de conduta,
o que torna obrigatória a convocação de todos os proprietários
do Fox e o pagamento de 3 milhões de reais aos cofres públicos.
A reportagem “Havia
uma guilhotina no carro e a mídia grande fez que não
viu” (Revista Caros amigos/junho/2008), descreve, em
três páginas, o caso Fox, automóvel que pode ter provocado a mutilação
da ponta dos dedos de pelo menos 18 pessoas e causado
ferimentos graves noutras 33 vítimas, em 7 estados.
A
demora em reconhecer o problema se constitui, segundo a
revista, em
flagrante caso de conflito de interesses entre a grande mídia e a multinacional Volks. De um lado, uma multinacional
fabricante de um veículo que pode causar ferimentos graves
em seus usuários. De outro, a grande
mídia, que fez ouvidos de mercador às queixas dos
cidadãos e não abordou o problema ou o fez com reportagens
esporádicas e superficiais. A revista destaca que, no Brasil, o sistema capitalista de produção e
as relações de mercado favorecem os interesses dos grandes
conglomerados e deixam o cidadão à mercê da própria
sorte. Na Europa, no entanto, a Volks tomou precauções em
relação ao seu modelo Fox, para não colocar o consumidor
em situação de risco. (Fonte
Revista Caros amigos)
Prisão
de banqueiros! É um novo Brasil?
Informações
e análises que costumam passar em branco na chamada
“grande mídia” (batizada pelo jornalista Paulo Henrique
Amorim de PIG – Partido da Imprensa Golpista), recebem
leitura e tratamento críticos por parte de jornalistas que
atuam em veículos alternativos, publicações sérias, como
a revista Carta Capital, por exemplo, que navegam contra a
corrente. E também pelos sites e blogs independentes. Para
exemplificar, leia a informação divulgada no site da
Adital, e parte do artigo produzido pelo jornalista Laerte
Braga, a respeito da operação deflagrada pela PF que levou
à prisão o banqueiro Daniel Dantas e outros “figurões”
da cena política e econômica do Brasil.
“A
Polícia Federal prendeu Daniel Dantas, Naji Nahas, Celso
Pitta e mais duas dezenas de pessoas, acusadas de integrar
mega-organização criminosa. Os presos são acusados de
formação de quadrilha, gestão fraudulenta, evasão de
divisas, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e
espionagem”. (Fonte:
site da Adital)
A
prisão do banqueiro (perdão pela palavra) Daniel Dantas,
os fatos levantados pela Polícia Federal na Operação
Sathiagraha, colocam em risco a segurança de tucanos
blindados pela mídia podre. FHC, Serra, Alckmin, Aécio,
Yeda, todos protegidos das GLOBOS da vida.
Estão em pânico! A perspectiva que venham a público
todos os episódios envolvendo o processo de privatização
do Estado (montado por Dantas para a execução por FHC).
Desde a que resultou na independência da área ocupada pela
VALE (o general Heleno ainda não falou sobre o assunto), até
os setores fundamentais desse mesmo Estado, como petróleo,
energia, telefonia, a EMBRAER, a indústria de base no
Brasil, etc, etc.
Vai
ser dureza colocar esses caras atrás das grades para
cumprirem pena. O ministro Gilmar Mendes do STF (Supremo
Tribunal Federal) não dorme desde que Cacciola foi preso,
temeroso que sejam reveladas as traquinadas de FHC e seu
programa de "ajuda" a banqueiros (perdão, sou
obrigado a usá-la outra vez). É que o ministro integrava o
governo à época e ganhou o cargo atual como prêmio por
bons serviços e para continuar a prestar bons serviços. O
fato é que em quatro anos de investigações, a Polícia
Federal apurou um dos mais sórdidos esquemas de quadrilhas
no Brasil... E suas conseqüentes ações, como lavagem de
dinheiro, propinas, extorsões, achaques, compra de jornais,
revistas, redes globais de tevê, toda a verdadeira face do
governo de FHC e seus tucanos boys, dentre eles José Alston
Propina Serra.
Tem
um ponto que deve sempre ser destacado. O governo Lula não
jogou e nem varreu para debaixo do tapete, como fazia FHC,
os escândalos. Pelo contrário, Dantas, quando soube do
inquérito tentou comprar um delegado da Polícia Federal. Não
conseguiu. Vai responder também por tentativa de
suborno”. (Trecho
do artigo de Laerte Braga)
Pura provocação
A
revista Veja não
quer mesmo fazer jornalismo comprometido com os interesses
da maioria da população: na semana em que vários fóruns
internacionais, inclusive a ONU, debateram o aumento do preço
dos alimentos e o aumento da fome mundial, a revista editou
matéria de capa sobre a preocupação individual das
pessoas de classe média em fazer uma nutrição balanceada
e saudável. Só pode ser provocação!
(Revista
Caros Amigos)
Fome no mundo
A
erradicação da miséria no mundo é uma das Metas
do Milênio da ONU – Organização das Nações
Unidas, até 2015. No entanto, segundo dados da FAO,
organismo da ONU para Agricultura e Alimentação, metade da
população do planeta vive abaixo da linha da pobreza e 854
milhões de pessoas sobrevivem com fome crônica. Há quem
afirme que o problema da fome é causado pelo excesso de
bocas. Será? Segundo a FAO, o mundo produz, atualmente, o
suficiente para alimentar 11 milhões de bocas. Logo, os
alimentos existem, o que falta é consciência de igualdade
e de solidariedade, e justiça para redistribuir a produção
dos alimentos e inibir a excessiva concentração de riqueza
nas mãos de poucos. (Informação
baseada em artigo de autoria do Frei Beto)
Por que o preço
dos alimentos disparou?
Segundo
análise de João Pedro Stédile, membro da Coordenação
Nacional do MST, o preço dos alimentos subiu, no mundo
inteiro, por duas razões: uma estrutural e outra
conjuntural. A primeira, justifica, é decorrente do predomínio
do neoliberalismo e da hegemonia do capital financeiro, que
exercem influência direta na agricultura mundial, que
passou a ser dominada por grandes empresas transnacionais. Aliadas aos fazendeiros capitalistas, essas empresas
implementaram um novo modo de produção, expulsando os
camponeses do meio rural. Como o agronegócio concentra a
produção de grãos nas mãos de meia dúzia de empresas
transnacionais, o preço dos alimentos se transforma em
especulação financeira.
O aspecto conjuntural,
explica Stédile, é ocasionado pela crise do capitalismo
nos Estados Unidos e na Europa, que levou as taxas de juros
a cair abaixo da inflação. Com isso, os especuladores
financeiros, bancos e fundos de investimentos, migraram para
as bolsas de mercadorias. Portanto, a crise do preço dos
alimentos resulta da própria lógica de funcionamento do
capital na agricultura. (Informação
veiculada apenas na versão on line, baseado em artigo
publicado na revista Caros Amigos)
Mensagem
da Diretoria da AABNB
Como
andam as mudanças solicitadas ao BNB/CAPEF
Desde abril de 2006, mesmo antes do tempo legalmente exigido para a
revisão do nosso Plano BD, esta AABNB tem insistido junto
ao BNB e CAPEF, no sentido de que o acordo celebrado em 2003
seja revisado, com a conseqüente redução da taxa de
contribuição, dentre outros pontos. Isto porque, desde o
final de 2005 e como fruto do referido acordo, a CAPEF já
vinha apresentando resultados positivos.
Em atendimento à AABNB,
o Presidente do BNB determinou a criação de
dois Grupos de Trabalho em 2006 e 2007, com a
finalidade de estudar recursos legais e possíveis para a
revisão pretendida, bem como para fundamentar as
possibilidades concretas de sua realização.
Paralelamente a isso,
apelamos para a SPC e recebemos o sinal verde para que, em
face dos resultados positivos já apresentados, o acordo
poderia e deveria ser revisto, mediante a imediata retirada
do Plano de Custeio do seu Regulamento, a ser devidamente
aprovado pelos Órgãos Superiores, de modo a lhe dar maior
flexibilidade de gestão e conseqüente enquadramento no ART
18 da Lei Complementar 109.
Após os estudos,
mostra-se mais interessante, para os aposentados e
pensionistas, lutar por uma redução maior, a partir de
janeiro de 2009, em lugar da nossa pretensão inicial de
estagnar a cobrança em 28%, pois isso
implicaria, pelo referido Artigo 18, numa indesejada
permanência de, pelo menos, por 12 (doze) meses na faixa
dos 28%. Por isso, todos
os esforços estão sendo envidados pela AABNB para que haja
uma alteração mais significativa e o mais breve possível,
tão logo seja aprovada, em definitivo, a alteração do
Regulamento.
Referida alteração,
preparada pela CAPEF após a orientação da SPC (14.05.08),
já foi aprovada pelo Conselho Deliberativo da CAPEF
(21.05), pela Diretoria do BNB (23.06), estando na pauta da
reunião do Conselho de Administração do BNB marcada para
dia 29.07. Em seguida, se aprovada, será encaminhada ao
Ministério da Fazenda, ao Departamento de Coordenação e
Controle das Empresas Estatais (DEST), e SPC, que já
conhece o assunto.
Dessa maneira, a partir
da aprovação pelo Conselho de Administração (29.07),
continuaremos todo esforço possível para o apressamento da
matéria junto aos escalões superiores, para que consigamos
obter sensível alteração da situação atual, o mais
breve possível.
Caso as coisas não
ocorram como vimos solicitando, e como já foi dito ao BNB,
não teremos mais como esperar a mudança do quadro atual, já
estando decidido que entraremos com processos administrativo
e judicial, com vistas à solução do problema.
Ressaltamos, por fim,
que as críticas, impropérios e injúrias contra esta
AABNB, são frutos de quem não tem informações e que não
ajudam a
resolver o problema, pois os caminhos impossíveis, ilegais
e sonhadores apontados, não podem ou não devem ser
acessados. A prática da vida nos mostra que é muito fácil
falar, quando não se é o responsável pela decisão e por
suas conseqüências. O difícil é praticar aquilo que se
fala quando se está na situação de dirigentes
A
Diretoria da AABNB
Coluna
Nossa Gente!
Cearense
de Fortaleza, Raimundo
Nonato de Fátima Cavalcante ingressou no BNB como
Auxiliar de Escriturário, em janeiro de 1959, no SECOM -
Serviço de Comunicações, permanecendo nessa unidade por
oito anos. Naquele período também cursou Ciências Econômicas,
na UFC. Em 1966, foi transferido para o ETENE - Escritório
Técnico de Estudos Econômicos. Dois anos mais tarde, através
de concurso interno, passou a exercer o cargo de Técnico em
Desenvolvimento Econômico (TDE). No ETENE, Nonato trabalhou
até 1979, desempenhando a função de Especialista em
Pesquisa e Planejamento. Depois, ocupou a função de
Assessor da Presidência para Assuntos Econômicos, de 1979
até março de 1984, quando se aposentou por tempo de serviço.
Nesse período, também exerceu a Chefia do ETENE, em caráter
de substituição.
A
atividade docente também marcou a carreira de Nonato.
Lecionou por 31 anos na Universidade Estadual do Ceará
(UECE), onde ministrou as disciplinas Teoria e Prática de
Pesquisa, Metodologia do Trabalho Científico, Introdução
à Estatística e Demografia, nos cursos de Ciências
Sociais e Serviço Social, e se aposentou como
Professor-Adjunto. Associado da AABNB desde março de 1984,
foi Diretor da Associação nas gestões de Miguel Nóbrega
Neto e José Edson Braga. Posteriormente, foi eleito Diretor
da Camed, onde exerce, atualmente, o cargo de Conselheiro
Deliberativo, em decorrência das recentes alterações
estatutárias da Entidade. Casado há 40 anos com Dona Maria
Edna Zaranza Cavalcante, tem dois filhos e três netos.
Raimundo Nonato de Fátima Cavalcante é Nossa Gente!
Natural
de Tauá, no Ceará, José
Benevides Soares começou sua carreira no BNB
em sua terra-natal, em setembro de 1967, na agência
local. Em 1969, transferido para a Direção Geral, integrou
a equipe que administrava a liberação de recursos fiscais.
Dois anos mais tarde, de volta à agência de Tauá,
trabalhou junto à área de Credito Rural, participou de vários
cursos nessa área de crédito, fez cursos relacionados às
demais atividades do Banco e exerceu a função de
Especialista em Cooperativas. Em 1979, como Chefe de Setor
da recém inaugurada agência de Mombaça, administrou as
operações de crédito rural, comercial e industrial
daquela unidade. Retornou à Direção Geral em 1983,
exercendo as funções de Especialista em Operações e
Analista de Crédito.
No
período de 1987 a 1992, substituiu os Gerentes das agências
de Maranguape/CE, Juazeiro/BA, Propriá/SE, Jaguaribe e
Sobral, no Ceará. Designado para gerenciar a agência de
Boa Viagem/CE em 1994, ficou pouco tempo naquela unidade. No
ano seguinte, 1995, foi chamado novamente para a Direção
Geral, para prestar orientação e assessoria, na área de
crédito, às agências que integravam a Superintendência
Regional do Ceará e do Rio Grande do Norte. Após 36 anos
de BNB, se aposentou em 2003, na gestão de Roberto Smith,
tendo recebido, da atual presidência do Banco, a comenda
“Mérito BNB”, em reconhecimento aos serviços prestados
à Instituição. Casado e pai de duas filhas, José
Benevides Soares é Nossa Gente!
Natural de Fortaleza, José
Luciano Vasconcelos ingressou no BNB em janeiro de 1960,
na agência de Recife. Nove meses depois, foi transferido
para a agência Fortaleza e, posteriormente, para a Direção
Geral. Antes de assumir a Chefia da Divisão, exerceu funções
técnicas no Departamento Rural, na área de Análise e
Planejamento, responsável pela normatização e pelos
aspectos legais relacionados ao crédito rural.
Posteriormente, assumiu a função de assessor da Diretoria
de Crédito Rural, onde, mais tarde, foi designado Chefe de
Gabinete. Antes de se aposentar, em março de 1990,
respondeu, em diversas oportunidades, em caráter interino,
pela Diretoria de Crédito Rural. Como bancário, foi
diretor do Sindicato dos Bancários do Ceará, na gestão de
José de Moura Beleza, e também coordenou a Comissão de
Equiparação BNB/BB.
Formado em Direito pela UFC, advoga, desde a sua
aposentadoria, como profissional liberal, nas áreas
trabalhista, tributária, empresarial, de família e causas
cíveis em geral. Foi membro do Conselho Deliberativo da
Capef no período 2004/2007. Como advogado, ressalta suas
maiores satisfações: a primeira, ao atender um pedido de
Paulo Frota, então Presidente da AABNB, moveu ação contra
a Capef, garantindo às pensionistas o direito ao 13º salário.
A vitória nessa causa, com dispensa de honorários advocatícios,
soou como uma homenagem à memória dos colegas falecidos. A
segunda, ao prestar assessoria a AABNB durante todo o tempo
em que durou a luta contra a arbitrária administração
anterior do BNB. Com quatro filhos e nove netos, comemora os
seus 40 anos de casamento com Silvia Regina de Aquino
Vasconcelos, também funcionária aposentada do Banco e
associada da AABNB. Sócio da AABNB desde fevereiro de 1990,
presta assessoria, espontânea e contínua, à Associação
nas questões jurídicas. José Luciano Vasconcelos é Nossa
Gente!
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