JORNAL DA AABNB


MAIO/2004

EMPOSSADO O CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL

O Conselho de Previdência Social (CPS) criado recentemente, em Fortaleza, através do Decreto nº 4.874 de 11.11.03, já está atuando no Ceará como fórum de consulta e assessoramento para as questões previdenciárias. A composição do CPS tem dez membros, sendo quatro representantes do Governo Federal, seis da sociedade, dois dos empregadores, dois dos trabalhadores e dois dos aposentados e pensionistas. Esta última categoria conta, como um dos representantes, o diretor de articulação regional da AABNB, Miguel Nóbrega Neto, tendo como suplente outro diretor da AABNB, Luiz Carlos Bezerra Lima.

Os membros do CPS tomaram posse no dia 05 de abril, em solenidade realizada no auditório Emiliano Queiroz, no Sesc de Fortaleza. O evento contou também com a presença do secretário geral da Previdência Social, e da superintendente do Instituto Nacional de Previdência Social (INSS) no Ceará, Nara Regina Martinuzzi Castilho. A partir de agora os conselheiros irão se reunir uma vez ao mês para tratar de assuntos previdenciários. Ressalta-se que os membros do Conselho não percebem remuneração.

Além de ser órgão consultivo de assessoramento junto à gerência executiva do INSS, o CPS é subordinado ao Conselho Nacional de Previdência Social - CNPS, composto por representantes do Ministério da Previdência, Confederação Nacional da Indústria, Central Única dos Trabalhadores e outras entidades representativas dos empregadores e trabalhadores. O funcionamento dos CNPs foi aprovado em 17 de dezembro de 2003, durante a 97ª reunião da CNPS, através da Resolução nº 1234.

O CNPS é órgão superior de deliberação colegiada integrante da estrutura regimental do Ministério da Previdência Social – MPS, instituído pela Lei nº 8.213 de 24/0791 e, tem como finalidade, deliberar sobre a Política de Previdência Social e sobre gestão do sistema previdenciário.
 
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O que é o CPS?

É um Conselho de Previdência Social que atua como fórum de consulta e assessoramento ao gerente executivo para questões previdenciárias, criado através do Decreto nº 4.874 de 11/11/03.

Quem integra o CPS?

Representantes do Governo Federal, sociedade civil, empregadores, trabalhadores, aposentados e pensionistas.

Onde e como funciona?

Os membros do CPS se reúnem uma vez por mês, na sede do INSS, rua Pedro Pereira, 383, 9ª andar, Fortaleza.


A AABNB COMPLETA 21 ANOS

A Associação dos Funcionários Aposentados do Banco do Nordeste (AABNB) completou no dia 17 de maio último, a sua maioridade: 21 anos. Neste aniversário, em especial, temos motivos de sobra para comemorar, afinal de contas, estamos recuperando boa parte das perdas acumuladas nos últimos oito anos. Felizmente, aos poucos, nossas vidas estão voltando à normalidade, embora, para muitos dos nossos colegas, tenha sido tarde demais. Só neste ano ocorreram 12 falecimentos que, com certeza, foram o maior prejuízo na história dos aposentados do BNB.
Ao longo destes anos, os diretores da AABNB, que estiveram na linha de frente desta batalha, enfrentaram muitos desafios e, conseqüentemente, tiveram desgastes psicológico e físico. Hoje, porém, estão sendo compensados pela vitória de todos, graças ao acordo firmado com a CAPEF/BNB e as entidades dos funcionários aposentados e dos que ainda estão trabalhando. Sendo assim, não poderíamos deixar de compartilhar este momento tão especial. Para isto, a diretoria da AABNB está preparando vasta programação comemorativa, tanto pelo aniversário como pelo acordo.

Na programação festiva, que acontecerá nos dias 16 e 17 de julho, estão previstas várias atividades, incluindo palestras, seminários, bem como o III Encontro Nacional da AABNB, onde estarão reunidos todos os representantes da Associação. O evento ainda contará com a presença de autoridades, convidados e colaboradores que sempre estiveram ao lado da AABNB na luta por justiça. Haverá ato ecumênico, celebração da missa, finalizando com grande baile para compartilhar a alegria deste momento.


OBSERVATÓRIO DA JUSTIÇA E DA CIDADANIA REGISTRA 48 DENÚNCIAS EM TRÊS ANOS

O lançamento do Observatório da Justiça e Cidadania (OJC), transcorrido no dia 10 de maio último, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, secção Ceará (OAB-CE) contou com a presença de várias autoridades e entidades que apóiam a iniciativa, incluindo a AABNB que, desde o início, está engajada na luta pelo acesso à justiça da sociedade como um todo. O novo órgão dará continuidade aos trabalhos do Observatório do Judiciário que atuou por três anos no estado do Ceará e, neste período, registrou 48 denúncias relativas ao acesso à justiça e à moralização do judiciário.

Um dos casos denunciados ao OJC é o da farmacêutica bioquímica Maria da Penha Fernandes, vítima do atentado praticado pelo então marido, Marcos Antônio Heredia Viveiros, preso somente 19 anos depois do crime. Maria da Penha sobreviveu à tentativa de homicídio, mas ficou paraplégica. Este caso foi o primeiro do Brasil a ser reconhecido pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos como ocorrência caracterizadora da demora e inépcia da justiça brasileira. Durante a solenidade do OJC, o secretário executivo da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Mário Mamede, disse que a Comissão Interamericana poderá, inclusive, recomendar o valor da indenização.

Segundo o deputado federal João Alfredo, a partir deste momento o foco de atuação do OJC será ampliado, não sendo mais voltado somente para o Poder Judiciário, mas também para o Ministério Público e outras instituições como a própria Polícia.

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Histórico

O Observatório do Judiciário foi criado em 2001 como uma resposta da sociedade civil organizada perante o quadro de ineficácia do acesso à justiça e à cidadania. Final de 2003, a Secretaria Especial de Direitos Humanos do Governo Federal aprovou o projeto que gerou infra-estrutura e recursos humanos, ampliando assim a atuação do OJ, hoje denominado de Observatório da Justiça e da Cidadania (OJC).

Objetivo

Mais do que observar, o objetivo do OJC é participar da promoção e do acesso da justiça e cidadania. Para tal, é necessário ampliar a chamada prestação jurisdicional e torná-la efetiva. Desta forma, o OJC acompanha e encaminha denúncias aos órgãos competentes, confecciona cartilhas e trabalha com educação jurídica popular, tira dúvidas e participa da mobilidade social.

Parcerias

Além da própria rede de entidades que compõem o OJC, toda a sociedade civil pode fazer parte do movimento. O Observatório vem trabalhando com vários parceiros como ONGs, sindicatos, associações, entidades estudantis, pessoas físicas e jurídicas.

Serviço: O Observatório da Justiça e da Cidadania (OJC) funciona na rua Felino Barroso, 405, bairro de Fátima, Fortaleza. Fone: (85) 252.9840 ou no site www.ojc.ce.org.br


REPRESENTAÇÃO DA AABNB GANHA SALA NA AGÊNCIA DE JOÃO PESSOA

A representação da AABNB de João Pessoa, na Paraíba, está com novo endereço. Desde o dia 5 de abril último, os aposentados e pensionistas estão ocupando a sala cedida pelo gerente da agência Centro daquela cidade. A solenidade contou com a presença do superintendente Sérgio Maia Farias Filho, dos gerentes das duas agências daquela cidade, Francisco Carlos Cavalcanti e Perpétuo Socorro Cajazeiras, do representante da AABNB, Renato Bezerra, e demais aposentados e pensionistas que moram em João Pessoa.

Após a solenidade foi oferecido um café da manhã aos participantes. Esta oportunidade só foi viabilizada depois que Roberto Smith assumiu a presidência do BNB. Até então, não havia qualquer possibilidade de aproximação entre aposentados, pensionistas e as gerências das agências do BNB daquela Capital. Assim, os aposentados já contam com salas nas cidades de Aracajú, Maceió, Teresina e agora João Pessoa. Para o representante da AABNB, Renato Bezerra, foi com grande satisfação e alegria que os aposentados de João Pessoa receberam a sala.


JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO

Aposentados, familiares e funcionários da ativa do BNB-Salvador/BA estiveram reunidos num jantar de confraternização promovido pela representação da AABNB-Salvador, através de Valfredo Oliveira, transcorrido no dia 1º de maio, na sede do BNB. O encontro foi solicitado pelo superintendente regional do BNB, Paulo Sérgio Ferraro, presente no evento juntamente com outros funcionários. Segundo Valfredo, tudo transcorreu em clima de cordialidade, marcando assim o início de um novo momento entre os aposentados e a família benebeana.


PÁGINA LITERÁRIA

HOMENAGEM AOS APOSENTADOS

- Que remédio deste aos humanos contra o desespero?
(Perguntam as ninfas)
 
- Dei-lhes uma esperança infinita no futuro.
(Responde Prometeu Acorrentado)
 
Inspirado por este diálogo, eu vos saúdo!
 
Estamos em pleno mar...Abrindo as velas.
 
O que o tempo há de querer?
Ah, não sei. E quem o saberá?
 
Mas o que há de querer o guerreiro que venceu a batalha?
Honras à própria valentia
 
Eu vos direi, no entanto,
O guerreiro que lutou contra a deslealdade,
Se ao fim da batalha não encontrasse a justiça
Viria abalada a sua confiança na vida e
Dele ficaria distante o sabor do fruto da felicidade
 
Estamos em pleno mar...Abrindo as velas
 
Sem as amarras da tirania,
rumo ao porto ansiado pela própria vontade,

Ao porto da Liberdade
Vitória, Vitória, Vitória! Exclamam os tripulantes
 
Rômulo Amaro


ESTÁ NA MÍDIA

O empresário José Alberto Bardawil, da TV União, venceu em silenciosa queda de braço com o ex-todo poderoso governador e senador Tasso Jereissati. A NET Fortaleza, que integra mais de 60 empresas do Grupo Jereissati fez gracinhas ao tirar do ar a TV União durante exibição de um dossiê dos desmandos da dupla Byron Queiroz e Tasso no BNB. Mas também existe lei e justiça nesse país. Não somos feitos só de desmandos e autoritarismo. Resultado, Bardawil fez valer o direito bom em Brasília e a Anatel enquadrou os donos do poder cearense. A NET Fortaleza viu-se obrigada a corrigir a posição da TV União em sua grade, saiu do canal 13 e foi para o 21, logo depois da Jangadeiro, antes da TV Diário. Pode ainda ser multada e pagar ação por perdas e danos....

Jornal o Estado – Coluna Norton Lima Júnior – 03.05.04


DEMOCRACIA

Confirmamos ao aposentado Tibúrcio Marques dos Santos, de Recife, o recebimento do seu artigo intitulado “A espera”, que trata do acordo entre a CAPEF/BNB. Destacamos o nosso respeito à opinião do colega, porém, esclarecemos que as decisões relativas ao acordo só foram encaminhadas depois de muitas discussões, assembléias e a aprovação da maioria. O acordo, por sua vez, respeitou os princípios democráticos, permitindo a todos a liberdade de escolha de aceitá-lo, ou não. Portanto, a diretoria da AABNB considera o assunto por encerrado e, desde já agradece a respeitosa manifestação do colega.


CARTAS
 

SAUDADES DOS AMIGOS

Consternado li a nota “Antes de a Justiça prevalecer”, em que são relacionados os nomes de 30 (trinta) dos nossos colegas que não tiveram a felicidade de ver a justiça prevalecer. De relance vislumbrei, dentre os relacionados, os nomes de Antônio Timbó Rodrigues, Zelínio José Ximenes, Hélcio Leimig Valença, Ubiratã Calado Spínola, Danúbio Ferreira da Luz, Alínio Soares Leite, Francisco Elano de Castro Ramos, PauloAguiar Frota, José Inaldo de Vasconcelos, Gerardo Figueiredo Carneiro e, por último Airton Saboya Valente. Nada menos que ONZE nomes de colegas com os quais tive o orgulho e a satisfação de privar do convívio diário, podendo afirmar: mais que colegas, éramos amigos. Aos demais relacionados, embora não tendo tido oportunidade de maior aproximação, meu mais verdadeiro apreço.Tenho certeza de que, se tivéssemos tido oportunidade do mesmo convívio diário, o sentimento de amizade teria sido o mesmo que o daqueles que aqui estou nominalmente a citar, pois todos nós, que demos nossa juventude ao BNB, sempre fomos enlevados pelo mesmo sentimento de respeito, dedicação e amizade. Orgulhosos de pertencer aos quadros funcionais do Banco, sempre procuramos fazer com que  BNB fosse reconhecido como verdadeiro Banco de Desenvolvimento Regional, imagem que a ganância e a desonestidade de quantos fizeram a administração Byron Queiroz, tentar sem sucesso destruir. A todos os falecidos, minhas saudades. Aos seus familiares, meu abraço fraterno. 

Ivancy Alencastro


A JUSTIÇA TARDA, MAS NÃO FALHA

Chega ao fim, após oito longos anos de intensa e sofrida luta, o imbróglio envolvendo BNB/Capef versus aposentados do Banco, com o reconhecimento público, por parte daqueles, do direito líquido e certo destes, como, aliás, já se houvera pronunciado a Justiça em diversas instâncias e entrâncias (civil, trabalhista, federal, etc).

O grande derrotado é o ex-presidente do Banco, Sr. Byron Queiroz, e os vencedores nós, os aposentados do BNB (apesar de algumas defecções) mesmo porque, reconhecendo a conjuntura desfavorável e numa demonstração inequívoca de maturidade e flexibilidade negociais, tivemos a necessária humildade de, em renunciando a alguns itens importantes, fazermos algumas concessões pontuais a fim de que o acordo - não o desejado, evidentemente, mas apenas o possível, no momento - fosse fechado, e, ainda assim, individualizando-o, já que os que dele discordarem poderão optar por fórmulas outras que julguem mais apropriadas e convenientes de receber o que lhes é devido, inclusive judicialmente.

O ex-presidente do Banco é perdedor porque nos subtraiu ilegalmente, por simples pirraça, o que nos era devido de direito e de fato, tanto que agora nos é devolvido e reposto, com as correções devidas (em parte); porque provamos que os números da contabilidade da instituição, durante sua caótica gestão, foram escandalosamente fraudados conforme comprovação da insuspeita Trevisan Auditores Independentes e do próprio Banco Central; porque teve (e está) com os bens móveis e imóveis (inclusive a conta bancária) indisponíveis e sujeitos a seqüestro, a fim de ressarcir perdas futuras, já que indícios existem do uso de má-fé; porque a partir de então ficou (e está) proibido de ausentar-se do país, salvo autorização judicial; porque não conseguiu explicar como alguém que administra (?) a coisa pública entrega, sem qualquer respaldo técnico, uma montanha de dinheiro a uma empresa já falida, como o fez para com a construtora Encol; porque o seu afastamento e simples ausência física do Banco foi motivo de comemoração e festa por parte dos aliviados funcionários ativos da instituição, tal a repulsa ao seu desumano ''modus operandi'' de atuar; porque nunca dantes se houvera defrontado com uma equipe técnica de tão alta qualificação como a do BNB, capaz não só de mostrá-lo como uma monumental farsa administrativa, mas também de, através da crueza e irrefutabilidade dos números disponibilizados à sociedade, denunciá-lo de forma persuasiva e convincente às autoridades competentes; e, finalmente porque, em razão do peso incontestável das irrecorríveis denúncias feitas pelos aposentados do BNB, o ato de empregá-lo, daqui para frente, constituir-se-á um atentado à credibilidade de qualquer empresa, já que o Ministério Público, face à consistência e solidez das provas apresentadas, continua firme e inabalável em seu encalço, a fim de puni-lo criminalmente, através das ações de improbidade administrativa, malversação do dinheiro público e formação de quadrilha, todas tramitando normalmente na Justiça Federal (Tribunais Regionais Federais de Recife e Brasília).

Urge, entretanto, apesar da consagradora vitória obtida, que nos mantenhamos em vigília contínua e permanente, a fim de prevenir possíveis surpresas desagradáveis, já que a lentidão do processo de mudança na nefasta cultura predominante no país ainda continua a propiciar oportunidades de reversão para que determinados espécimes teimem em exercitar o jogo sujo e bruto dos bastidores, sob a proteção mercenária de políticos momentaneamente incrustados no poder, como o fez o ex-presidente do BNB.

Isto posto, e no momento em que a Capef inicia o penoso processo de reconstrução de tudo o que por ele foi destruído, inclusive pagando atrasados e reimplantando benefícios e pensões criminosamente subtraídos de aposentados e pensionistas do BNB, é por demais alvissareiro lembrar que a Justiça Federal, através do eminente juiz Dr. Danilo Fontenele Sampaio, condenou o ex-interventor daquela caixa de previdência, sr. José Martins Pinheiro, advogado radicado no Rio de Janeiro, a dez anos de detenção (em regime fechado, num dos presídios aqui de Fortaleza) e ao pagamento de multa correspondente a 12.000 (doze mil) salários-mínimos, em razão da sua ''obstinada resistência ao cumprimento da ordem judicial'' (em nada menos que - não se assustem ! - 15 processos).

É evidente que tal decisão oferece-nos a perspectiva de que os tentáculos da justiça por fim alcancem a ''eminência-parda'' (mentor intelectual e verdadeiro mandante) atuante à sombra daquele processo intervencionista, o ex-presidente do BNB.

Alfim há que se ressaltar que nós, pobres e velhos aposentados (inclusive os mais de duzentos que tombaram ao longo do caminho, abatidos de forma fulminante pela descomunal pressão exercida), somos vencedores não por questões pessoais e/ou pecuniárias - mas moralmente - já que durante todo este longo e sofrido interregno propugnamos - sempre - pela solução negociada, pelo respeito à Justiça e às leis e, principalmente, pelo soerguimento e fortalecimento do BNB enquanto instituição imprescindível e inatacável, a ser preservado e robustecido a fim de cumprir sua nobre tarefa de alavancar o desenvolvimento da sofrida Região Nordeste. Confirma-se, assim, o tradicional axioma: a Justiça tarda, mas não falha. 

José Nilton Mariano Saraiva - Aposentado do BNB
* Este artigo foi publicado no Jornal O Povo, do dia 23 de maio de 2004.

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